quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Na sala de aula definindo questões do conhecimento humano


Vez por outra, sonho numa sala de aula. Como se na dimensão espiritual eu tivesse que prestar contas de algumas disciplinas. Hoje chegava apressado ao local da prova e me sentava na última carteira. O professor me entregava uma folha em branco e me apontava para a lousa. Lá estava escrito: "Até que ponto a 'Crítica da Razão Pura' auxiliou a humanidade a expandir seus conhecimentos?". Na folha, eu começava a escrever um texto. Fui me acordando e peguei caneta e papel e deixei aflorar a inspiração. Saiu esse comentário:

"Desde que o homem descobriu a riqueza dos tesouros arqueólogos da África, verificou-se fenômeno extraordinário: quanto mais se distanciava a idade pelo experimento do carbono 14 mais a humanidade avançava no futuro de seus conhecimentos. A evolução humana está consagrada por contraditórias nuances.

Sabe-se que, a idade da Terra é mais antiga que se pensa e, por seu turno, avançamos no futuro de outras descobertas.

Quanto mais o individuo humano recolhe lembranças do passado, ele avança em conhecimentos novos;

Sagram-se noos princípios da Ciência e verificamos que os nossos antepassados já haviam recolhidos esses mesmos saberes;

Quanto mais aumenta a capacidade de sobrevivência da espécie, mais assimilamos a espetacularização do novo.

Assim, o homem segue fortalecendo conquistas do passado e rumando para confirmar a busca do elixir da juventude.

Nãoo é mais do que uma experiência calcada na elaboração de novos primados confirmando a essência do conhecimento kantiano de que assência do conhecimento precede a sua confirmação prática.

Ao atingirmos a idade do raciocínio mais puro, edificamos esta grandiosa obra divina cujo desiderato se estabelece na base da convivência harmônica entre os seres e na complementação do sagrado direito de existirmos sempre.

Entretanto, na atualidade verifica-se um outro fenômeno capaz de contrapor-se a todo avanço do conhecimento.

Quanto mais apreende novos avanços no terreno da tecnologia; quanto mais se adentra no âmago das coisas que dispõe, a geração desses dias mais se distancia da riqueza do conhecimento ético ee moral deixado por 'standars' da genialidade social como Immanuel Kant e outros luminares que vieram completar a obra assistencial do conhecimento para o aperfeiçoamnento da espécie humana e a devida gradação da Terra no conceito cósmico".

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Os aviões dos sonhos sempre surpreendem na vigília


Toda vida que sonhei com aviões aconteceu alguma coisa surpreendente no mundo. Hoje, vi uma média de sete aeronaves fazendo exercícios no céu. O último deles, curiosamente, voava muito próximo ao sexto mas de forma contrária. Ia de costas.

Surpreso com o avistamento mostro a minha mãe os aviões no céu e quando outra vez volto o olhar para cima, surpreendo-me outra vez. Eles estão parados no ar. E em posição vertical. São aeronaves de guerra. Aviões de combate.

Devo ficar atento para as próximas 72 horas a fim de confirmar ou não se desta feita ocoorrerá alguma coisa que chame atenção. De uma vez, sonhei com um avião passando próximo a um prédio negro, de noite, e o corpo de um homem vestido de jeans preto no chão. Era madrugada de 8 de dezembro. Á noite soube da morte de John Lennon.

Na doença de Tancredo, voltei a sonhar com aviões. Que voavam detrás pra frente. Um mês depois ele morreria. De outra feita, um avião passava em direção ao aeroporto - ali pelo Pici - e passa tão baixo que dá para se vê alguém na porta (aberta) gritando: ele vai morrer. Ele vai morrer.

Á noite, pelo noticiário da TV, soube da morte daquele representante da ONU junto ao Iraque (não me lembro agora o nome dele).