segunda-feira, 20 de agosto de 2012

A M A N H E C E R E M O S


Quem éramos, quando já fomos
Em idas eras, em múltiplas vidas?
Leio que, provavelmente, somos
O que fomos em meio a tantas lidas.

Quem somos! Do que hoje estamos
A ser na existência; somos mistério.
Que a vida não começa no berço
Nem termina na morada cemitério.

Na dimensão da luz de onde viemos
Existem vidas muitas que entrelaçam
outras muitas vidas que perdemos.

A minha existência que contigo levo
É a melhor de todas as que eu já tive
Em busca do que amanhã seremos.