domingo, 30 de dezembro de 2012

LESLIE FLINT, O MÉDIUM FASCINANTE


Bem antes de ler e saber tudo sobre o grande Chico Xavier, o nome de Leslie Flint chamou-me atenção pelo fenômeno que ele causou como médium. Uma biografia dele caiu em minhas mãos e eu passei a notar com maior atenção o mundo dos espíritos. Este artigo do Fórum Espírita foi bom para trazer o perfil dele até vocês. 

O fenômeno das vozes diretas do médium Leslie Flint

A coleção de gravações de vozes paranormais de George Woods e Betty Greene, auxiliares do médium, é considerada a prova mais convincente e aceitável que jamais foi oferecida ao mundo sobre a existência da vida em outros níveis dimensionais
"Em toda a história há relatos de vozes e sons que se manifestam a uma certa distância da pessoa que os ouviu. O apóstolo Paulo, em sua viagem para Damasco, foi surpreendido ao ouvir uma voz que diz: "Saulo, Saulo, por que você me persegue?" ... E os homens que viajavam com ele se levantaram mudos e ouviram a voz, mas não viam nenhum homem." (Atos. Cap 9: v. 4-7). 
Durante os últimos 150 anos, após o advento do Espiritualismo moderno, manifestações espontâneas de vozes, entre outros fenômenos mediúnicos, foram ouvidas em sessões espíritas realizadas por inúmeros médiuns de todo o mundo. Entre tais manifestações, impressionante fenômeno foi o de voz direta, realizado recentemente pelo médium inglês, Leslie Flint. 
  
Esse médium britânico, nascido em Hackney, distrito de Londres, no ano de 1911, membro de uma família do Exército da Salvação, foi um dos mais pesquisados paranormais contemporâneos.
As vozes se manifestavam próximas a ele e podiam ser ouvidas nitidamente por todos os presentes e ainda serem registradas em fita. Este fenômeno foi classifcado por Allan Kardec como pneumatofonia: voz dos espíritos; comunicação oral dos espíritos sem o concurso da voz humana.
Betty Greene e George Woods, colaboradores de Leslie Flint, empenharam-se durante suas vidas para registrar em fitas magnéticas as comunicações em voz direta obtidas nas sessões realizadas junto ao médium, tornando-as disponíveis para todo o mundo.
Vozes na escuridão
A mediunidade de Leslie Flint manifestou-se aos sete anos. Ele via espíritos de pessoas mortas. Aos dezessete anos participou de uma sessão espírita, tendo recebido mensagens notáveis. 
Ainda imaturo, Leslie Flint desvincula-se do espiritismo e passa a ser professor de dança até que Edith Mundin convida-o a tornar-se integrante de seu grupo mediúnico. É então que suas potencialidades mediúnicas eclodem rapidamente. 
Nessa época, Flint passa a ouvir sussurros no escuro, quando ia ao cinema. Não era o único a ouvir as vozes. As pessoas ao seu redor, durante a exibição do filme, também ouviam e assobiavam. 
Quando isso acontecia, Flint era forçado a sair da sala. Iniciavam-se dessa maneira as primeiras manifestações do fenômeno da voz direta. 
A partir de então, o médium passa a desenvolver essa sua característica mediúnica, tornando-se frequentemente visto nos círculos espiritualistas. Em 1935 faz sua primeira manifestação pública.
Multidão de vozes
Flint recebeu em sua casa milhares de pessoas em Westhbourne Terrace, Londres. Essas pessoas testemunharam com assombro a uma multidão de vozes paranormais. Todas essas pessoas que assistiram a essas manifestações, partiram dali com a convicção absoluta de que a morte não é o fim.
Sua reputação é a de jamais ter cometido fraude com suas faculdades mediúnicas.
Durante mais de cinquenta anos, ele se sentou na escuridão de seu quarto de trabalho, de onde disseminou luz através de sua mediunidade, trazendo esclarecimento ao ansioso, conforto ao aflito, alegria aos tristes.
Leslie uniu-se a seus amigos do outro mundo, em abril de 1994.

Prova convincente e incontestável
A coleção de gravações de vozes paranormais de George Woods e Betty Greene, auxiliares do médium, é considerada a prova mais convincente e aceitável que jamais foi oferecida ao mundo sobre a existência da vida em outros níveis dimensionais, confirmando de forma irrefutável a teoria da imortalidade do ser humano depois de sua morte.
Inestimável legado
Nessas fitas, ouvem-se inúmeras vozes de pessoas mortas narrando seu transcurso para o outro mundo. São vozes de pessoas comuns, anônimas, sem nenhum destaque na história. Porém, há registros de celebridades do passado, como Gandhi, Tagore, George Bernard Shaw, Valentino e Oscar Wilde. Ellen Terry, por exemplo, fala em uma dicção bonita e entonação sem qualquer hesitação ou pausa.
Gravações das vozes diretas da atriz britânica Ellen Terry, Mahatma Gandhi, Oscar Wilde e Chopin podem ser ouvidas a seguir neste site (?!), ou no site de Paranormal Voices - The Independent Direct Voice Phenomenon, onde há mais detalhes e outros registros da coleção de vozes diretas de Woods/Greene.
"Não mate e não morrerás..." 
Sidney George Woods, quem mais tarde secundaria Flint em sua missão, aos seis anos, já via e ouvia entidades ultrafísicas. Mas como ocorre sempre em tais casos, quando o menino relatava os feitos a seus pais, os mesmos se riam de suas fantasias.
Quatorze anos depois, no front francês da Primeira Grande Guerra Mundial, Woods ouviu uma voz aconselhando-o: "Não mates e não morrerás...". Ele seguiu este conselho e salvou sua vida, sendo de seu batalhão o único sobrevivente. Um camarada, ferido de morte na batalha de Ypres, tomou a mão de Woods e lhe perguntou: "Será esta a minha hora? Existe outra vida depois da morte?" Esta pergunta nunca mais o abandonou, acompanhando-o durante sua vida, levando-o a buscar sempre uma resposta satisfatória.
Em 1916, deu baixa no exército, devido a uma lesão que provocou a perda de um olho. Mudou-se para Hardwick, Buckinghamshire, Inglaterra, dedicando-se a ajudar seu pai nos trabalhos e administração de uma grande propriedade agrícola. Nesta época, procurou, em vão, na Igreja uma reposta que sanasse suas dúvidas.
 "Seu pai está aqui"
Nos anos trinta, visitou um centro espírita, que num primeiro momento causou-lhe pouca impressão. Ao entrar na sala, uma médium dirigiu-se a Sidney e disse: "Seu pai está aqui. Disse que seu nome é Willians Woods e é um inválido". 
Seu assombro foi aumentando ao ser informado de outros detalhes. 
A experiência que acabava de ter mostrava-lhe a direção das explicações que buscava sobre a vida depois da morte. 
É nesse momento que se converte em membro da Sociedade de Pesquisas Psíquicas, instituição inglesa dedicada ao estudo parapsicológico, onde é ajudado pelo Reverendo Charles Drayton Thomas, que em conjunto com um grupo progressista dedicam-se ao estudo dos fenômenos paranormais, como aqueles das aparições de espíritos, a relação e a influência que os mesmos têm com as crenças cristãs.
Tornando audíveis as vozes dos "mortos"
Drayton Thomas havia realizado alguns interessantes estudos especiais com Leslie Flint, médium londrino, que possuía a rara faculdade de conseguir fazer audíveis as vozes dos mortos. Não através da psicofonia, mas fora de seu corpo físico e sem a necessidade de entrar em transe mediúnico, como é o caso de outros médiuns, e inclusive escutar as suas comunicações de mais além tomando parte, ele próprio, nas conversações.
O encontro de Woods com Leslie Flint
Na primeira sessão com Flint, Woods pôde ouvir e reconhecer diferentes vozes de seus familiares e pelo que diziam, convenceram-no da autenticidade do fenômeno. Nada pode descrever o forte impacto que se experimenta quando se estabelece o contato direto com um falecido, manifestando-se como uma pessoa encarnada, com a voz perfeitamente reconhecível, expressando-se com as mesmas frases familiares que o distiguiam em vida. Todos estes contatos caracterizavam um sabor pessoal por não haver ainda George Woods trabalhado com seu amigo Flint.
Uma das primeiras vozes que Woods ouvira foi a de Michel Fearon, que informara haver sido, em sua vida, professor de biologia e ter falecido duas semanas após a invasão da Normandia.
Mãe reconhece a voz do filho falecido
Woods decidiu ir em busca da mãe deste espírito comunicante para que ela assistisse a uma próxima experiência. Assim, Michel fala com muito carinho à sua mãe, que reconhece, sem a menor dúvida, a voz de seu filho. Sucederam-se outras sessões que comoveram profundamente a pobre mãe.
Gravando as vozes dos espíritos
Em verdade, foram poucas as pessoas que até 1945 tiveram a oportunidade de ouvir as ditas vozes diretas, situação que se modifica ao surgirem no mercado eletrônico, os primeiros gravadores de som. Woods adquire um destes aparelhos que leva ao local dos experimentos e é assim que, pela primeira vez, é oferecida a outras pessoas a oportunidade de ouvir as vozes. Naquela ocasião, Flint encontrava-se no melhor momento de suas faculdades, porém tais faculdades eram apenas de conhecimento do grupo de pessoas do centro espírita que frequentava.

Registro de 600 gravações

  
Assim ocorria conforme o predito. Iniciava-se um trabalho conjunto entre Woods, possuidor de certas faculdades mediúnicas, senhorita Betty Greene, que assumia grande parte do trabalho e Leslie Flint. 
Aqueles 20 anos de trabalhos (senhorita Greene desencarnou em 1975) resultaram numa coleção de, aproximadamente, 600 gravações de uma duração média de meia hora cada uma e de interesse inigualável, sendo reproduzidas milhares de cópias. Além do idioma inglês, lamenta-se não ter-se obtido comunicações em outras línguas.
A voz da que fôra a famosa médium espírita Emma Hardinge Britten, que viveu no século passado, disse: — Esta oportunidade de comunicação resulta incomparavelmente superior e muito mais aceitável da que se conhecia, deixando à sombra todos os métodos anteriores.
A nuvem de ectoplasma

Uma explicação científica da forma como se reproduzem estas vozes diretas encontra-se todavia muito distante de ser levada a efeito. Devemos nos dar por satisfeitos com as vagas explicações de que dispomos, como aquela da "nuvem de ectoplasma" que flui cerca de um metro acima dos ombros do médium. (Veja foto acima).
Em tais experiências também o ectoplasma de Woods e Greene contribuíam para fortalecer as faculdades de Flint. A nuvem de ectoplasma que se formava por cima de Flint se denominava laringe, onde as entidades que desejavam comunicar uma mensagem concentravam-se intensamente até conseguir que seus pensamentos pudessem ser audíveis para os assistentes durante a experiência e com a mesma característica da voz que tiveram em vida.
O médim no laboratório e a veracidade do fenômeno
No ano de 1935 ocorreu a primeira demonstração do fenômenro das vozes diretas para um numeroso público, tornando Flint tão popular que este se viu obrigado a repeti-la diante de mais de duas mil pessoas.
Foi assim que Flint converteu-se no médium mais pesquisado da Inglaterra por psiquiatras, psicólogos, técnicos de som e em eletrônica etc, com o propósito de indagar a procedência de suas faculdades paranormais, valeram-se de raios infravermelhos e ultravioletas, câmeras Kirlian, para estudar a aura de Flint. 
Essas investigações se verificaram igualmente em laboratórios, distintas residências e até sob tempestades. Os ventríloquos declararam, por sua vez, que o caso Flint não se enquadrava como ventriloquia. Em uma de tais provas fixou-se em Flint um microfone especial na laringe, para averiguar se os sons partiam, de alguma maneira, de sua garganta.
Dolorosas experiências
Também foi observada pela primeira vez, por meio de experimentos utilizando-se raios infravermelhos, a nuvem de ectoplasma sobre os ombros de Flint. Tais experiências eram realizadas sempre na mais absoluta escuridão, devido, segundo parece, ao ectoplasma não resistir à luz. Inclusive, a luz infravermelha compromete o desempenho das vozes. 
Durante um teste cortou-se inesperadamente a luz infravermelha e, imediatamente, a voz comunicante tornou-se mais forte e mais audível. Uma iluminação súbita pode gerar graves conseqüências ao médium. 
Estando Flint, certa vez, fazendo uma demonstração do fenômeno para alguns de seus amigos durante a Segunda Guerra Mundial, um sargento que estava ouvindo as vozes, ignorando as consequências, acendeu a luz do local em que ocorria a experiência e num instante, violentamente, o ectoplasma se infiltrou em Flint produzindo-lhe fortíssimo trauma. 
À médium física inglesa, Helen Duncan, sucedeu algo muito pior. Durante uma das tais sessões, dois senhores muito interessados acenderam a luz inesperadamente. O ectoplasma, como no caso anterior, voltou violentamente à médium que não pôde resistir, falecendo quatro dias depois.
Mickey, o espírito guia com voz de menino
Leslie Flint era orientado por um espírito que o acompanhava chamado Mickey.
Aos onze anos, Mickey foi atropelado por um caminhão e desencarnou. Era vendedor de jornais. No plano espiritual, continuou a crescer até atingir a fase adulta, porém, conservou a voz de menino que tivera anteriormente, quando encarnado. 
Esse espírito possui a faculdade de eliminar as tensões involuntárias dos assistentes que compareciam pela primeira vez a essas sessões. Com sua voz juvenil, Mickey conseguia fazer acertadas observações que tranquilizavam o auditório. 
Quando os desencarnados não estavam em condições de ativar a laringe ectoplásmica, Mickey encarregava-se de transmitir a mensagem que se desejava comunicar aos presentes.
O depoimento dos "mortos"
Através da faculdade mediúnica de vozes diretas de Leslie Flint, são muitas as vozes que lamentam não terem sabido há tempo da existência depois da morte.
O dr. Cosmo Lang, que foi em vida arcebispo de Canterbury, se opôs obstinadamente, quando encarnado, à publicação de um artigo favorável ao Espiritismo.Em diferentes comunicações através de Flint, mostrava-se pesaroso por sua ignorância e intolerância de outrora. O arcebispo declara: — Aos que duvidam, digo-lhes, que com toda certeza, também chegará para eles o momento em que será constragido a crer na vida depois da morte. Mas melhor é sabê-lo admitir enquanto se está na Terra, pois então se portarão melhor, farão boas obras, ao invés de viver egoisticamente. É lamentável chegar aqui aquele que viveu uma vida de prazeres e egoísmo. Verão, contudo, somente ao chegarem aqui, os erros que cometeram. Nós que experimentamos isso, sabemos o quanto é doloroso.
Diversas são as vítimas de campos de concentração, como Dauchau e Auschwitz que se anunciam. Chama a atenção o fato dessas vítimas terem perdoado aos que as atormentaram, manifestando piedade por aqueles homens que, segundo elas, eram enfermos psíquicos ou seres débeis, vítimas de um jogo de forças destrutivas. Um soldado de batalha de Cromwell, um "roud-head", conta suas experiências depois de cair no front, descrevendo o ódio acirrado que sentiu ao encontrar-se com o que fora inimigo.
Sir William Crookes, prêmio Nobel de Física, que em vida se ocupou intensamente dos fenômenos paranormais, adverte sobre o perigo que se expõem aqueles curiosos que se ocupam em captar, por meio de aparelhos eletrônicos, vozes psicofônicas. Pois em sua ignorância, são muitas as possibilidades de atraírem entidades das mais baixas e inimagináveis esferas.
A voz de Sir Oliver Lodge, igualmente um cientista físico e que, como Crookes, se ocupou em vida de investigações paranormais, dizia: — Penso que o elemento humano deva prevalecer nesses experimentos com o além, embora se fabriquem instrumentos científicos que tragam possibilidades de estabelecer o contato entre os dois mundos. Mas sempre tenderá a recorrer-se à intervenção de um médium na forma que seja. O que está fora de dúvidas é que os fenômenos tenderão a ocorrer de outra maneira de como agora se faz.
Louis Pasteur fala sobre a sociedade ambiental e cura paranormal.
Tagore relata seu interesse pelas coisas do Espírito durante sua passagem pela Terra, não tendo se surpreendido muito com o ambiente que encontrou ao morrer... pois já o conhecia.
O presidente Jefferson dá sua opinião não-partidária no campo político.
Percebe-se, através de todas as comunicações por parte dos espíritos, a insistência em não se temer absolutamente a morte e também respeitar a vida em todas as suas formas. Jamais pôr fim às mesmas ou a de um semelhante. Advertem que o homem jamais deve perder seu valor por mais que haja caído e se degenerado.
John Brown, que fora médium da rainha Vitória da Inglaterra, acrescenta: — A morte é a grande niveladora. Deveis compreender que carece de importância o papel que hajas podido desempenhar na vida terrena e a posição que tivestes. Na verdade, o que vale no plano espiritual é aquilo que, em realidade, fizestes e as boas obras realizadas durante a curta existência na Terra, sem buscar prêmio ou gratificação. Quando vos encontrardes aqui podereis julgar por vós mesmos o que fostes. Depois de um período de adaptação, cada qual alcança o plano que lhe corresponde. As diferentes descrições de distintos planos denotam condições de existência que ultrapassam em muito vossa compreensão, por tratar-se de um estado de bem-aventurança. Mas esse estado depende grandemente do nível de plano ao qual nos afinizamos, tendo muita importância o fato de estar-se ou não apegado à matéria, bem como o ter vivenciado maior ou menor grau de harmonia, fraternidade e amor quando na Terra.
O rev. Drayton Thomas se anuncia, depois de sua morte, a seus amigos Flint e Woods para dizer-lhes: — As leis que aqui vigoram são as leis naturais. Se somos realmente conscientes que essas leis procedem da natureza, jamais nos passará pela mente a idéia de contrariá-las. A mim, por exemplo, não me ocorreria passar do plano em que me encontro para um que não me corresponde, uma vez que ainda careço da evolução necessária para nele habitar. Sabe-se intuitivamente que neste outro plano não encontraremos a tranquilidade e a paz de que necessitamos
Confúcio
Uma comunicação muito especial é, sem dúvida, a de Confúcio. Não o faz diretamente sem valer-se de outra entidade de um plano inferior ao seu: — Não é possível obter deste elevado plano uma mensagem da Alma. Eu sei que ninguém em seu mundo possui espiritualidade suficientemente evoluída para entrar em contato com a esfera em que me encontro. Vós unicamente podeis receber comunicações de almas muito evoluídas valendo-se de entidades de planos mais inferiores. O ambiente que reina nos níveis mais altos, de maneira alguma poderíeis compreendê-los, motivo pelo qual não deveis esperar por uma descrição dos mesmos, pois, assim fazendo, nem com um desperdício de boa dialética, nem mesmo valendo-nos da fantasia, seria possível fazer-se uma pálida idéia de como são estes mundos. Aquele que busca o mais elevado, deve fazer-se menino.
Senda de luz e de bênção
Betty Greene faleceu em 1975 e George Woods dez anos depois. Para Woods, são de profundo significado as palavras ouvidas em 1970, a ele dirigidas, por uma entidade que se identificou como Irmão Josefo: 
— Chegará o tempo em que serás chamado a deixar teu trabalho e abandonares teu corpo físico para entrar no plano espiritual. Então te será possível apreciar com a diafaneidade espiritual, de que agora careces, o muito que tens feito, o que te será possível alcançar e como será premiado o teu esforço e tua paciência. É por meio de ti que a muitos foi dado ouvir as vozes da obscuridade, revelando o que para eles tornar-se-á suprema senda de luz e de bênção.
Na era da Internet seu trabalho ganha um novo vigor. Cumpre-se a previsão do espírito Ellen Terry ao afirmar que suas vozes seriam levadas "até os confins da Terra..."

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