terça-feira, 25 de fevereiro de 2020

POESIA_ A FORÇA DOS CONTRÁRIOS

A FORÇA DOS CONTRÁRIOS

No mundo, onde todos o habitamos,
há dois tipos de pessoas diferentes.
Não falo só de homens e mulheres,
nem de ateus e dos que vivem crenças.

Nem dos tolos em meio a inteligentes,
como  o viver pobre entre afortunados.
Tampouco eu falo dos bons e dos maus
nem os de poder e dos que mandam nada.

Há fortes que se rivalizam aos fracos
há também cativos e os libertários
mas deles não conto, de um modo geral.

falo dos mortos e dos vivos, que somos
revelar a grandeza dos contrários
como eu poeta e tu meu “escritor fantasma”

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020

O SUMO DA PAZ DA ALMA


O SUMO DA PAZ DA ALMA

Não menospreze a dor que a ti se acerca;
pois que é irmã nobre que cobra alguma falha.
Tente entendê-la, mas que não se perca
A crença de que por ti ela trabalha. (*)

É parte do humano ser quando se alterca,
irar-se contra a divina lei nessa batalha.
Mas calma! Lucro algum tem quem assim merca
com a paciência que tão bem nos calha.

Na vida de todos, existem regras tantas
Que nos levam a agir tirando-nos do rumo
E engendrando o mal que contraria a calma.

Sabedores de que temos vidas quandtas,
espíritos do ódio se agregam ao nosso rumo
e tentam vampirizar o sumo da paz da alma.

(*) Essa primeira emissão surgiu no dia 20/2/2017 e só hoje (20/2/20) é que concuímos o soneto.

domingo, 16 de fevereiro de 2020

O princípio do fim


Quem, nesse mundo atormentado por tantas mudanças, já não questionou por que somos tão ignorantes às mensagens do bem.
Temos uma eternidade de ensinamentos dos mais renomados mestres. As sociedades religiosas, com seus mais diferentes templos, nos apontaram o caminho das estrelas, mas indiferentes a esse GPS auxiliante, nos acomodamos em olhar para o abismo que está abaixo dos nossos pés.

Parece que parte da humanidade teme em seguir a rota apregoada por luminares que nos ofertam o Paraíso, mas é incrível como nossos atos são convertidos pela nossa inferioridade animal.

Por que brigamos? Temos luz, mas andamos pelas sombras da discórdia. Os mestres nos dizem para aproveitar a Vida e nós nos encharcamos no lodaçal da dor, do medo, do ciúme, da inveja, da mentira.

O mundo lá fora se desconstrói ao peso de nossos atos. O meio ambiente se desconfigura com nossa incessante vocação para destruição.
Somos reféns da intolerância. Abrigamos vícios enquanto as virtudes são colocadas à margem do nosso caminho. E, por isso, sofremos. Adoecemos. E quando isso acontece, mendigamos aos céus a piedade e a misericórdia, que não temos para o com o próximo, nem para com a vida.

Vocês já pensaram como isso vem nos destruindo? Sabemos que estamos nos encaminhando para a destruição. E mesmo assim apressamos os nossos passos para o abismo. Estamos vivendo o princípio do fim. Do nosso fim, como sociedade humana que devia ser correta. Responsável. Cidadã.