domingo, 25 de março de 2012

VÍTIMA E ALGOZ UNIDOS PELA FORÇA DO PENSAMENTO

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Que mecanismos de pressão ocultam os seres em relação aos vícios? Pelo que pude depreender de um mergulho astralino nesta madrugada, há componentes muito mais exteriores à sua individualidade do que se possa supor.

Num imóvel que me pareceu ser um local de atendimento a seres fora do aparelho físico, deparo-me com a visão de um conhecido meu que estava recebendo estímulos para evitar o problema do alcoolismo. Uma complicada aparelhagem estava ligada à mente do paciente que recebia uma espécie de punção elétrica no cérebro, no que sugere ser uma espécie de lobotização ao contrário.

Num painel próximo se vê em grande tela que a mente do jovem está interligada a de um ente que se julgava morto, mas que respira exatamente com o auxílio da emanações elétricas que vampiriza do corpo somático desse meu conhecido.

A pessoa que opera a máquina me diz que ali se estabelece o que, comumente, se diz ser o fenômeno da obsessão. E, na verdade, no plano da matéria, esse meu amigo está vivendo uma terrível fase da doença do alcoolismo, que nem mesmo a ajuda médica terrena consegue dar-lhe freio.

O ser que o atende me orienta que ele está imantado pelo opressor, uma pessoa que é ligada à sua consanguínedade, fortalecido pelos pensamentos dos dois que compreendem o mesmo nível de relação. É preciso "cauterizar os miasmas que bloqueiam o cérebro", fazendo com que a vítima seja cada vez dependente do seu algoz.

Já havia lido algo a respeito, mas a mecânica de funcionamento é algo assim espetacular e demonstra que, do lado da outra dimensão, não somos abandonados pelos que, samaritanamente, zelam por nós e desejam nosso progresso evolutivo.