domingo, 25 de novembro de 2012

QUANDO A VOZ DO POVO DEIXA DE SER A DE DEUS



Vive-se dias de angústia sob o peso instigante da violência. Nada que nos leve ao desespero sobre o destino da Terra e da humanidade. Era de transição, sabemos,  em que se processa uma higienização do Planeta, com vistas aos novos tempos em que estaremos agregados a um conceito mais abrangente em termos de moral e ética. 

A exemplo de toda faxina processada em busca de transformação, essa mudança nos dá impressão de que o caos esteja completamente instaurado, o que não corresponde a verdade. 

Como todo paciente terminal que chega ao momento agônico, a banda podre da sociedade se agita nos estertores do transe. E sai da zona de conforto para a da própria desmagnetização das boas energias. Por isso, os ditames da lei são alijados do processo, dando margem às ações malévolas ambientadas na dor e no sofrimento. Contudo não devemos perder de vista o bom senso e buscar resolver os problemas na mesma via incorreta do mal. E em sendo assim, o povo perde o legítimo direito de ser a representatividade da voz de Deus. 

Advertidos que fomos pelos mensageiros celestiais, seja  nas aparições de Mediugórie; seja nas manifestações ditadas pelos espíritos protetores e grupamentos esotéricos, cabe a cada um dos que se aclimatam no Bem e no  Amor, continuar seguindo a sua missão e cumprindo com os seus deveres. 

O legado do revolucionário da cruz é imbatível e serão dele herdeiros, os inscritos nas  bem-aventuranças. Jesus governa a Terra; seu reinado vem do princípio dos tempos e quanto mais longe divisarmos o alcance do futuro, ainda assim ele continuará insistindo para que sejamos adstritos ao seu evangelho de bênçãos. 

Ele próprio citou durante sua passagem física que, assim como a mulher que está em trabalho de parto sente as dores da vida nova que está surgindo, a Humanidade chegaria a um tempo de dores, resultado do distanciamento da Verdade, mas é, nesse instante, que se determina o término da longa noite de pesadelos para, finalmente, ambientar-se a aurora desse novo tempo aos que se detém na faixa da carne. 

Paz sempre e bem eternamente.