sexta-feira, 4 de abril de 2014

Longe da vigília, o jardim dos Franchini

Sonho de hoje: sou convidado a ir à casa dos Franchini - que, na vigília, simplesmente desconheço quem são. Chego e tomo conhecimento de uma residência cercada por um jardim maravilhoso. O dono da 'villa' é um senhor de sobrenome Franchini, cujo filho, já adulto, tem problemas mentais. Ele é um rapaz que age como criança. Por isso, o jardim é todo dedicado a ele. 

Um grupo de teatro acerca-se de toda a casa para cantar e ensaiar uma peça infantil. Em meio aquela algazarra sadia, eu circulo pelo jardim e na parte dos fundos, uma sala enorme é um teatro, com algumas cadeiras para a plateia e gente que, na ocasião, me parece familiar. 

Eu começo a discursar falando sobre as divergências entre as gerações. Falo como os idosos encontram problemas de relacionamento com os mais jovens. "Aos poucos, eu sinto que vamos perder eles de vista; deixando de ouvi-los mais e de conversar também; e, tudo isso, nos leva a uma ausência de abraços e carinhos que tanto todos precisamos". 

Na plateia, vejo muitos emocionados, indo às lágrimas. Eu, também, acordo chorando.