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domingo, 28 de abril de 2013

MÚSICA ESTRANHA OUVIDA EM OUTRA DIMENSÃO

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Há coisas mais incríveis 
entre o céu da boca e a terra das unhas
enquanto a gente anda 
pelas cercanias do universo inteiro;

Dorme-se sonhos mil
amanhecidos em rios de luz intensa;
mas preciso é que a gente 
não consiga ser só a mesma pessoa. 

Por onde andará quem eu busco?
em que vida minha eu deixei ?
vivo alucinadamente procurando 

tocar em um oboé, a música 
mais estranha que eu já ouvi 
e que fiz para quando renascer.

UMA VISITA EM DUAS DIMENSÕES

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Um desprendimento noturno e uma viagem ao encontro de figuras que contribuíram para minha atual existência. Na madrugada deste domingo, encontrei-me com Bemvindo Melo. Funcionário da Receita Fede4ral, foi como doutrinador espírita que seu nome deixou marcas no Ceará. Foi ele quem, de certa forma, me introduziu na doutrina espírita e quem me pôs pela primeira vez em uma mesa para analisar o Evangelho do Cristo. 

Marcado por uma família em provação - os filhos tiveram problemas espirituais e um deles ainda hoje é interno de um centro de recuperação -, os últimos dias do 'irmão Bemvindo', como ficou conhecido, foram difíceis. Ele contraiu uma doença degenerativa que o deixou em cadeiras de rodas, mas jamais perdeu a esperança de ser grato à Vida. 

Desencarnado há mais ou menos 10 anos, nunca eu havia sonhado com ele - até hoje, quando me deparei abraçado a ele e ouvindo de sua boca palavras de gratidão - não sei porquê - e uma frase que me deixou ainda mais certo de que a Vida continua em outras dimensões. 

"A irmã Maria Augusta não esquece de você em suas orações", me disse, enquanto eu ia despertando nesse plano, sentindo-me abençoado. 

Curioso: horas depois fui convidado a dar uma palestra no Centro Espírita Irmão Leite, no Bemfica, e eis quem lá encontro: Adonai, o filho dele com quem tenho, inclusive, parceria em uma música. E mais surpreendente: descubro que Juliana, a nora de Bemvindo, também está se recuperando ali de problemas com a mente. 

Como não acredito no acaso, sei que Bemvindo se antecipou à visita nossa ao hospital e, provavelmente, tenha nos acompanhado do outro lado o encontro com o filho e com a nora - em situação agravada por um surto, a ponto de ter sido amarrada ao leito. 

Não foram só minhas as lágrimas que banharam meu rosto, durante a transfusão energética que fizemos na ocasião. Certamente, o irmão estava presente. E, surpreendemente, depois do passe, Juliana voltou a atender a todos, já que ao chegarmos ela chutava a todos com os pés para que não nos aproximassemos. 

A vida me ensina lições que os do lado de lá sabem mais do que nós...

domingo, 7 de abril de 2013

Colorir o mundo que nos cerca

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Os dias encurtados 
pelas horas que voam 
nos deixam mais próximos 
do que imaginamos fim. 

O fim, no entanto, 
é apenas um adereço 
que a vida empresta 
para a grande viagem. 

Precisamos colorir 
o mundo que nos cerca 
com as cores da Vida. 

Celebrar o fim, que não é,
aceitando a verdade 
de que nunca morremos.

domingo, 24 de março de 2013

O DESIDERATO DA LEI


Diante do cavaleiro audaz que, intrépido, avança 
As armas contrárias da defesa logo se desfazem.
Sob os cascos dos corcéis corpos muitos jazem,
Nos caminhos do mundo, por onde a dor se lança.

Rastros de ódio enxameiam o solo, onde fazem
A cruzada maldita do medo, sem dar esperança
A que ninguém sobreviva; a nada se comprazem.
Selam um pacto de ódio, no reino dessa vingança

Os anos voam, os corpos mudam e, nesse limiar
De eras novas, vêem-se os loucos transmutados
Em outros seres, tomados por pútridas feridas.

É que as bênçãos dos céus vêm a todos cobrar
A dívida contraída a outros em dias já passados
Para que se cumpra o destino da lei em outras vidas. 

Inspirado em Jésus Gonçalves

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

UM COMBOIO NOS CÉUS DE FORTALEZA

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Um avião nos céus, nenhuma surpresa causa. Mas se essa aeronave é gigantesca e tem a formação de um trem que voa baixo comboiando os vagões no ar, é algo surrealista. Eu tenho sonhos assim que, provavelmente, terão explicações à luz da Psicologia. 

Hoje, por exemplo, sonhei estar no final da avenida Luciano Carneiro, em Fortaleza, quando sou alertado por uma voz saída de algum alto falante. “Cuidado, avião em operação de pouso. Todos os que estiverem na rua, por favor, saiam de perto para evitar acidente”.

Olho para o alto e vejo a pujante aeronave comboiando um trem – sim, vagões como se fosse um veículo ferroviário mas com a diferença de que eles voam. Ou seria melhor dizer volitam.

Enquanto passam acima de minha cabeça, penso que se acordar eu terei ‘pano pras mangas’ do que, vez por outra, acontece quando sonho com aviões.

Em alguns deles, vejo aeronaves viajando detrás para frente. Outras voando tão baixo que é possível tocá-las.  Lembro-me de um cargueiro que descia tão baixo ali pelos lados do Montese, bairrro da capital cearense, que era possível ver o piloto acenando para alguém na terra.

O que esses sonhos querem dizer, eu não sei. Curiosamente, sempre que sonho com um deles, acontece de surgir eventos ligados à morte de alguém famoso ou algum desastre, tipo terremoto ou coisa parecida.

Toc toc toc... para que nada aconteça.

sábado, 16 de fevereiro de 2013

OS DOIS CÃES QUE ALIMENTO

de Nonato Albuquerque.



Há um cão dentro em mim que ladra e morde

Toda vez que uma palavra insana o provoca.

Reage bruto e rude, desde que assim o acorde

E dê a ração da qual se alimenta em sua toca



Há, no entanto, um outro cão, sereno e calmo,

Que se faz prestativo e dócil, um cão presente.

Que me dá segurança e comigo, palmo a palmo,

Anda, assim eu o deseje, assim eu o alimente.



Vez em quando me flagro intempestivo e forte

A bramir raivoso o instinto que eu comporte;

É que dou talas para que o cão se mostre audaz.



Toda vez, porém, que todo gesto meu insista

Em ser calmo e dócil, o que eu exponho à vista

É o cão sereno em mim que vence o cão mordaz.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

PAPA SE DEMITE EM GESTO DE GRANDEZA

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Vai-se Bento, fica um Petrus
afinal, esse é o nome de quem comanda a barca da Igreja. 
Nela, assentam-se os vermelhos cardinalícios,
eleitores do compromisso para que a cabeça da católica religião não fique sem o centro de suas decisões. 


Enquanto o mundo se divertia com as 'follies' de carnaval, o solitário papa se comprazia a anunciar sua renúncia. Surpresa entre fiéis, compreensão maior entre aqueles que não o seguiam, mas sabem ser cientes dessa necessidade. 

O gesto, humilde e corajoso a um só tempo,  só tem similar no já distante século dezoito quando Gregório abdicou do título, para acabar com as disputas de poder dentro da Igreja durante o período do Grande Cisma do Ocidente – uma crise na Igreja Católica que perdurou de 1378 a 1417. 

Gestos de lucidez para quem já empreende um tempo de vida, concernente com seus domínios pessoais e que se sabe, os anos acabam tirando até mesmo dos sábios esse vigor com que se nutriram os mandatários do Poder romano religioso. 

Bento XVI encarou um período de escândalos e sofrimentos que chegaram a expor a conservadora denominação, e que, até hoje, é discutida via denúncias do mordomo de sua santidade.  

Bento XVI é um herói que soube crescer ao anunciar seu próprio corte, por entender que a Igreja precisa de sangue novo e que suas forças já não conseguem mobilizar o intrínseco sistema de convivência dentro de um mecanismo que exige humildade, prudência, sentido e lógica de raciocínio. 

Quem pensa nisso, entende o gesto e Bento XVI. E crê que a barca de Pedro, jamais estará sem governante. Cristo é o nauta, e no encrespado mar da vida, ele aguarda a postura de cada um.

domingo, 10 de fevereiro de 2013

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

A LEI QUE EXPLICA TRAGÉDIAS COLETIVAS



E se fossem as vítimas de Santa Maria,
herdeiras de equivocadas existências
que, uma vez seguinte, viessem à Terra
cumprir a paga de um doloroso resgate?

E se fossem elas, essas almas antigas 
Que cumprissem plano do ideal sagrado
de vir em outra vida restituir a dívida
que contraíram em passagem recente?

E se o gás cianídrico exalado por todos
Fosse o fio condutor que a lei operasse  
para cobrar equívocos de antigas eras?

Germânicos atos, campos de extermínio,
presos conduzidos a falsos banheiros,
Algozes revisam hoje o passado sombrio.

domingo, 3 de fevereiro de 2013

A Ciência do eu que a ayahuasca revela


Escrevo (do meu celular) da cama, onde acabei de acordar, para narrar um sonho que tive ainda há pouco. Nele, uma profunda lição de espiritualidade.

Encontrava-me numa sala de aula. Um professor falava sobre a proposta das religiões de mediar a relação entre os mundos físico e espiritual. O famoso religare de que se conceitua a própria expressão religião. Os alunos atentos, acompanhamos a dissertação do mestre em torno de um mecanismo utilizado por fieis ao tomarem o chá 'ayhuasca', conhecido no Brasil como o chá do Santo Daime.

Aproveito para corrigir uma citação do mestre relacionada, mais precisamente à  questão de que o chá teria tão somente efeitos alucinógenos e só era utilizado por pessoas ignorantes.

Professor, interrompo-lhe a narrativa, "deve estar havendo um pequeno equívoco".

Conto-lhe então, com experiência de quem já foi membro da UDV-União do Vegetal e com passagens pelo Santo Daime, que ali não se processa nada mais que o cumprimento da expressão máxima do 'religare'. E pessoas de formação acadêmica - como professores, médicos, economistas, empresários, jornalistas - participam.

- A Ciência já define a existencia de uma dimensão suprareal. Muito embora avançados em termos desse conhecimento, ainda estamos muito distantes de compreender as relações que unem os mecanismos de como isso funciona.

E apontando para a porta de um móvel, que venho a descobrir é a porta do meu guarda-roupa  - na verdade, noto para minha surpresa que estou dentro do meu próprio quarto  -, digo que nem é uma experiência alucinógena, a de fazer uso da ayhuasca, nem tampouco é algo que esteja ligado a ignorância religiosa, como entendi ele dissertar.

- O conhecimento humano é ainda tão insípido que, por isso mesmo, ainda é eivado de enganos. O chá é um portal para a Luz da sabedoria humana. Ela fortalece os laços da dimensionalidade extra corpórea. Nos permite acesso ao interior de nosso eu mais profundo, sendo a chave que elimina as barreiras sensoriais de nosso contato com o "Reino" de que falava o Cristo.

"A ciência da alma é uma realidade; contudo ainda não detemos cientistas da alma, capazes de largar suas idiossincrasias pessoais  e abraçar o conhecimento do eu de que falavam os gregos.

Dito isso, fui me acordando e lembrando-me da revelação em toda sua extensão.

domingo, 27 de janeiro de 2013

MEMÓRIA. A tragédia no circo (Irmão X)

Psicografia de Chico Xavier

Naquela noite, da época recuada de 177, o concilium de Lião regurgitava de povo.Não se tratava de nenhuma das assembléias tradicionais da Gália, junto ao altar do Imperador, e sim de compacto ajuntamento.Marco Aurélio reinava, piedoso, e, embora não houvesse lavrado qualquer resolução em prejuízo maior dos cristãos, permitira se aplicassem na cidade, com o máximo rigor, todas as leis existentes contra eles.Ninguém examinava necessidades ou condições.Mulheres e crianças, velhos e doentes, tanto quanto homens válidos e personalidades prestigiosas, que se declarassem fiéis ao Nazareno, eram detidos, torturados e eliminados sumariamente.

Através do espesso casario, a montante da confluência do Ródano e do Saône, multiplicavam-se prisões, e no sopé da encosta, mais tarde conhecida como colina de Fourvière, improvisara-se grande circo, levantando-se altos tapumes em torno de enorme arena.As pessoas representativas do mundo lionês eram sacrificadas no lar ou barbaramente espancadas no campo, enviando-se os desfavorecidos da fortuna, inclusive grande massa de escravos, ao regozijo público.

As feras pareciam agora entorpecidas, após massacrarem milhares de vítimas, nas mandíbulas sanguissedentas. Em razão disso, inventavam-se tormentos novos.Verdugos inconscientes ideavam estranhos suplícios.Senhoras cultas e meninas ingênuas eram desrespeitadas antes que lhes decepassem a cabeça, anciães indefesos viam-se chicoteados até a morte. Meninos apartados do reduto familiar eram vendidos a mercadores em trânsito, para servirem de escravos domésticos em províncias distantes, e nobres senhores tombavam assassinados nas próprias vinhas.Mais de vinte mil pessoas já haviam sido mortas.

Naquela noite, a que acima nos referimos, anunciou-se para o dia seguinte a chegada de Lúcio Galo, famoso cabo de guerra, que desfrutava atenções especiais do Imperador por se haver distinguido contra a usurpação do general Avídio Cássio, e que se inclinava agora a merecido repouso.Imaginaram-se, para logo, comemorações a caráter.Por esse motivo, enquanto lá fora se acotovelavam gladiadores e trovadores, o patrício Álcio Plancus, que se dizia descendente do fundador da cidade, presidia a reunião a pedido do Propretor (magistrado abaixo do Juíz), programando os festejos.

- Além das saudações, diante dos carros que chegarão de Viena - dizia, algo tocado pelo vinho abundante -, é preciso que o circo nos dê alguma cena de exceção...

O lutador Setímio poderia arregimentar os melhores homens; contudo, não bastaria renovar o quadro de atletas...

- A equipe de dançarinas nunca esteve melhor - aventou Caio Marcelino, antigo legionário da Bretanha que se enriquecera no saque.

- Sim, sim... - concordou Álcio - instruiremos Musônia para que os bailados permaneçam à altura...- Providenciaremos um encontro de auroques (boi selvagem, bisão) - lembrou Pérsio Níger.- Auroques! Auroques!... - clamou a turba em aprovação.

- Excelente lembrança! - falou Plancus em voz mais alta - mas, em consideração ao visitante, é imperioso acrescentar alguma novidade que Roma não conheça...

- Um grito horrível nasceu da assembléia:- Cristãos às feras! Cristãos às feras!Asserenado o vozerio, tornou o chefe do conselho:

- Isso não constitui novidade! E há circunstâncias desfavoráveis. Os leões recém-chegados da África estão preguiçosos...Sorriu com malícia.

- Ouvi, porém, alguns companheiros, ainda hoje, e apresentaremos um plano que espero resulte certo. Poderíamos reunir,nesta noite, aproximadamente mil crianças e mulheres cristãs, guardando-as nos cárceres... E, amanhã, coroando as homenagens, ajuntá-las-emos na arena, molhada de resinas e devidamente cercada de farpas embebidas em óleo, deixando apenas passagem estreita para a liberação das mais fortes. Depois de mostradas festivamente em público, incendiaremos toda a área, deitando sobre elas os velhos cavalos que já não sirvam aos nossos jogos...

Realmente, as chamas e as patas dos animais formarão muitos lances inéditos...

- Muito bem! Muito bem! - rugiu a multidão, de ponta a ponta da sala.- Urge o tempo - gritou Plancus - e precisamos do concurso de todos... Não possuímos guardas suficientes...E erguendo ainda mais o tom de voz:

- Levante a mão direita quem esteja disposto a cooperar.Centenas de circunstantes, incluindo mulheres robustas, mostraram destra ao alto, aplaudindo em delírio.Encorajado pelo entusiasmo geral, e desejando distribuir a tarefa com todos os voluntários, o dirigente da noite enunciou, sarcástico e inflexível:

- Cada um de nós traga um... Essas pragas jazem escondidas por toda parte... Caçá-las e exterminá-las é o serviço da hora...

***
Durante a noite inteira, mais de mil pessoas, ávidas de crueldade, vasculharam residências humildes e, no dia subsequente, ao Sol vivo da tarde, largas filas de mulheres e criancinhas, em gritos e lágrimas, no fim de soberbo espetáculo, encontraram a morte, queimadas nas chamas alteadas ao sopro do vento, ou despedaçadas pelos cavalos em correria.

***
Quase dezoito séculos passaram sobre o tenebroso acontecimento... Entretanto, a justiça da Lei, através da reencarnação, reaproximou todos os responsáveis, que, em diversas posições de idade física, se reuniram de novo para dolorosa expiação, a 17 de dezembro de 1961, na cidade brasileira de Niterói, em comovedora tragédia num circo.

(Extraído do livro "Cartas e Crônicas", psicografia Francisco C. Xavier, pelo espírito Irmão X, texto de número "6", 9a. Edição pela FEP)

SEGURANÇA. Normas são fiscalizadas?

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Depois da tragédia de Santa Maria - já que brasileiro só fecha a porta depois de roubado -, seria conveniente que as autoridades exigissem uma fiscalização nas condições de segurança das casas noturnas que reúnem grandes multidões. 

Existem portas de saída no caso de um incêndio? Como é que uma boate funciona com apenas uma porta de acesso e saída? Os tecidos usados na decoração estão entre aqueles exigidos para se evitar a propagação de fogo? As fiscalizações de liberação de funcionamento têm acompanhamento? 

Os bombeiros, por exemplo, poderiam ter uma planilha que indicasse a data de vencimento dos alvarás para exigir a fiscalização e consequente renovação. Muitas normas de segurança existem, porém, será que elas são cumpridas? 

Empresários, muitas vezes, na tentativa de economizar, compra material de baixa qualidade deixando abertas chances de riscos para a clientela.

Um técnico em segurança orientou hoje para que a população constitua uma comissão para c obrar em cada cidade do Brasil, como estão funcionando esses locais de grande acesso de público. E ele relacionou centros esportivos, boates, igrejas, clubes, cinemas, teatros. E cobrar a parte das autoridades no cumprimento das normas. 

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

VOCÊ SE LEMBRA DO QUE OUVE NOS SONHOS?

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Guardar os sonhos na memória é tarefa dificil. Principalmente, porque no meio da noite, depois de tê-los, é comum a gente retornar ao sono e ao acordar lembrar-se apenas de alguns detalhes. Com o passar dos dias, aquilo vai se diluindo até você não se lembrar mais com os detalhes enquanto os vivia. 

Eu tenho a mania de anotar os sonhos que tenho. Faz é tempo, isso. E, confesso, que ajuda a ter uma compreensão melhor do que eles dizem. Há alguns sonhos meus que são inesquecíveis. Prometo contá-los em outra postagem. 

Agpora preciso redigir aqui, a frase que ouvi hoje de noite enquanto sonhava ouvir a palestra de um amigo meu e que está na vida física. 

"Há lucros que a gente obtém com mais intensidade do que apenas o pó de pão". 

!!!