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domingo, 18 de março de 2012

QUEM DISSE QUE VOAR É COM OS PÁSSAROS?


Domingo à tarde. Sempre é convidativo o sono depois do almoço. Sair do corpo e ir para onde durante o dia? Neste 18 de março, vi-me envolvido em experiência recorrente: a de volitar por minha própria vontade, sem a ajuda de outros.  Tenho "sonhado" muito assim, muito embora reconheça por meus conhecimentos, tratar-se de um desdobramento. 

Vou por uma rua em que há tráfego de veículos lá embaixo. Não sei atinar qual a cidade. Conduzo uma pessoa de idade, por quem tenho cuidados para que ela não caia. Tenho em mãos, um objeto. A impressão é de que é uma espécie de aparelho que abre semelhante a um guarda-chuva e do qual as pessoas (numa escola) acham ser ele o responsável pelo vôo. 

No desprendimento, eu tenho a convicção de que sou eu que manejo meu próprio 'eu' para cruzar o espaço. Até mesmo alguém me pergunta como eu consigo aquela proeza, que não vejo como fenômeno mas uma capacidade que todos os seres têm de se locomover na dimensão do espírito. 

Eu imagino que é preciso uma espécie de aprendizagem e treino para se lançar ao espaço volitando, mas a maioria dos seres ainda estão tão absorvidos na matéria que, muitas vezes, eles nem saem do corpo enquanto descansam.  

LEITURAS RECOMENDÁVEIS: VOLITAÇÃO

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Um super herói adormece em cada um de nós


Na última quarta feira, dia 24, senti-me fora do corpo e viajante do astral. Encontrei-me com alguns seres entre os quais G.S.F., desencarnado há alguns dias. Ele me falou acerca da mudança.

Ele não demonstrava a fragilidade de seu físico. Resplandecia um brilho assim etéreo ao seu redor. Falou-me uma frase que, entre as muitas que tenho experienciado nessa existência, pode me servir de orientação acerca da transferência humana da Terra para a espiritualidade.

Morrer, disse-me ele, é algo assim tão rápido, como quando o Super Homem deixa as vestes de Clark Kent para a capa de herói. "Permaneço o mesmo, muito embora sinta-me diferente", completou. Ao despertar no plano físico, fiquei intrigado com a comparação.

Na verdade, é algo para se pensar. O personagem Clark Kent, em casos de necessidade, de um momento para outro sai de seu terno e enverga as vestes do super herói com uma naturalidade impressionante. Mas ele é ficção; como entender a frase do amigo.

Pelo que eu pudee entender na ocasião, ele queira dizer da rapidez com que se dorme num plano e se acorda noutro, dimensionado pela capacidade interior da anima em refazer sua própria identidade. Algo para se pensar mais adiante.