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sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

LEITURAS. Do jornal Folha de SP


Contatos do escritor Victor Hugo com espíritos são tema de exposição em Paris
ALCINO LEITE NETOENVIADO ESPECIAL A PARIS

Em 1852, o escritor francês Victor Hugo (1802-1885), autor de livros como "Os Miseráveis" e um dos maiores poetas de todos os tempos, exilou-se na ilha de Jersey, entre a França e a Inglaterra, por motivos políticos.
Ali, viveu um episódio muito controverso da história cultural francesa.
Realizou, entre 1853 e 1855, inúmeras sessões de mesa falante (ou girante), a fim de se comunicar com espíritos -com sua filha Léopoldine, que havia morrido aos 19 anos, em 1843, afogada no Sena, mas também com William Shakespeare (1564-1616) e Dante (1265-1321).
Essa experiência é tema de uma interessantíssima exposição em cartaz (até 20 de janeiro) no museu Maison de Victor Hugo, em Paris: "Entrée des Médiums - Spiritisme et Art d'Hugo à Breton".
O título, "Entrada dos Médiuns", vem de um texto do escritor André Breton (1896-1966), líder do surrealismo, movimento literário e artístico que se interessou pelos fenômenos mediúnicos e chamou a atenção para a obra de médiuns-pintores.
PARANORMAIS
A primeira parte da mostra trata das relações de Hugo e sua família com o espiritualismo, expondo desenhos do poeta, fotos feitas por seu filho (e principal médium) Charles Hugo, além de manuscritos com as transcrições de mensagens colhidas na mesa falante de Jersey.
A segunda e a terceira partes trazem trabalhos de artistas-médiuns e de médiuns-artistas, todos eles pouco conhecidos e em geral classificados como "art brut", tais como Fernand Desmoulin (1853-1914), Victorien Sardou (1831-1908) e Hélène Smith (1861-1929), por exemplo.
O principal interesse da sessão sobre a metapsíquica (corrente de estudos criada pelo cientista Charles Richet com a finalidade de pesquisar fenômenos paranormais) é a série de fotos da médium Marthe Béraud expelindo ectoplasmas (materializações de espíritos).
As imagens são extraordinárias, "verdadeiras esculturas conceituais", nas palavras de Gérard Audine, diretor do museu.
As relações intensas, mas pouco ortodoxas, dos surrealistas com a metapsíquica, a vidência e o espiritismo concluem a mostra, com obras de Robert Desnos (1900-1945), André Masson (1896-1987), Yves Tanguy (1900-1955) e outros.
Além de incomum, a exposição é audaciosa por abordar temas e crenças que sempre são tratados com muita discrição na França -pátria de Voltaire (1694-1778), mas também de Allan Kardec (1804-1869).

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Um lugar para se nutrir de energias no ano novo

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O mar,
esse mar que Caimmy rendeu-se e deu vestimenta à sua poesia;
esse mar que Camões agrilhoou-o em suas odes eternas; 
o mar que em Pessoa se fez nau e navegante,
esse mesmo mar -
é para onde eu vou
a cada passagem de ano. 

Andar sozinho, vagueando pela noite a dentro, 
enquanto longe os fogos artificalizam a chegada do novo ano, 
eu vou confessando a ele meus desejos, 
ouvindo dele, os murmúrios. 
Murmúrios do mar... 
As energias que as ondas trazem 
batem com a minha expectativa de um novo tempo.
E delas eu me fortaleço
porque o mar é senhor da Terra;
porque das águas ele se faz
dos rios, ele se nutre
e reparte com aqueles que o conseguem entender
que nenhum outro local do mundo 
é lugar melhor para se refugiar na últim noite do ano
e ficar dedilhando uma canção ao vento,
cantarolando um verso, inventado na hora,
dinamitando os pensamentos maus 
e lançando nas ondas do mar
o que o mar da Vida nos trouxe 
e que não merece ficarm em nós. 
É no mar que desato os nós com que o Tempo me acorrenta. 
Na manhã do primeiro dia do ano, quem primeiro vai me ver 
será o mar. 
O mar... 
Que eu amo por amar... o mar. 

domingo, 23 de dezembro de 2012

CANÇÃO DO MENINO QUE NÃO CRESCE


Quem é o menino que dorme em meu peito 
se embala no acorde da minha canção,
que se reveste de sonhos, de um jeito 
que a gente nem sabe se é verdade ou não 

quem é a pessoa que guarda o menino 

que vive esse ensino pra melhor viver 
é impressão ou coisa do destino 
que esse tal menino nunca vai crescer 

por mais que eu viva, 

o menino não cresce 
ele mais se parece 
com um anjo do céu

E se um dia ganhar liberdade
Não vai na verdade
Ser mais menino meu 

domingo, 25 de novembro de 2012

QUANDO A VOZ DO POVO DEIXA DE SER A DE DEUS



Vive-se dias de angústia sob o peso instigante da violência. Nada que nos leve ao desespero sobre o destino da Terra e da humanidade. Era de transição, sabemos,  em que se processa uma higienização do Planeta, com vistas aos novos tempos em que estaremos agregados a um conceito mais abrangente em termos de moral e ética. 

A exemplo de toda faxina processada em busca de transformação, essa mudança nos dá impressão de que o caos esteja completamente instaurado, o que não corresponde a verdade. 

Como todo paciente terminal que chega ao momento agônico, a banda podre da sociedade se agita nos estertores do transe. E sai da zona de conforto para a da própria desmagnetização das boas energias. Por isso, os ditames da lei são alijados do processo, dando margem às ações malévolas ambientadas na dor e no sofrimento. Contudo não devemos perder de vista o bom senso e buscar resolver os problemas na mesma via incorreta do mal. E em sendo assim, o povo perde o legítimo direito de ser a representatividade da voz de Deus. 

Advertidos que fomos pelos mensageiros celestiais, seja  nas aparições de Mediugórie; seja nas manifestações ditadas pelos espíritos protetores e grupamentos esotéricos, cabe a cada um dos que se aclimatam no Bem e no  Amor, continuar seguindo a sua missão e cumprindo com os seus deveres. 

O legado do revolucionário da cruz é imbatível e serão dele herdeiros, os inscritos nas  bem-aventuranças. Jesus governa a Terra; seu reinado vem do princípio dos tempos e quanto mais longe divisarmos o alcance do futuro, ainda assim ele continuará insistindo para que sejamos adstritos ao seu evangelho de bênçãos. 

Ele próprio citou durante sua passagem física que, assim como a mulher que está em trabalho de parto sente as dores da vida nova que está surgindo, a Humanidade chegaria a um tempo de dores, resultado do distanciamento da Verdade, mas é, nesse instante, que se determina o término da longa noite de pesadelos para, finalmente, ambientar-se a aurora desse novo tempo aos que se detém na faixa da carne. 

Paz sempre e bem eternamente.

sábado, 17 de novembro de 2012

Da coluna de Mônica Bérgamno

Coletânea de Zibia Gasparetto 

tem espíritos de Gilberto Freyre e 

Oswald de Andrade

A escritora espiritualista Zibia Gasparetto, 86, lança ainda neste ano a coletânea "Contos do Dia a Dia", com textos que diz terem sido ditados por espíritos de autores já falecidos. Entre eles estão o sociólogo e antropólogo Gilberto Freyre e o escritor e dramaturgo modernista Oswald de Andrade.

ESTADO DE ESPÍRITO


"A publicação dos textos do meu pai está proibida por causa de uma disputa familiar. Esse é um jeito de a obra dele sair", diz Marília de Andrade, filha de Oswald. "Pelo menos o meu pai está sendo lembrado", diz Sônia Freyre, herdeira de Gilberto. 

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

RENASCIDO EM DORES

Caminhante eu, era de outroras eras,
Entre bárbaros sequazes, vilões cruéis
A destruir sonhos, ideais, quimeras,
Por conquistas vãs, parcos lauréis. 

Imaginava com assédio dessas feras,
O ideal: sagrar-me rei de antigos infiéis.
Arrostava sob o guante das esferas
Do mal, a sanha indomável dos corcéis.

Desolados corações deixei à passagem
Da horda sedentária, ruminei plagas,
A bramir ódio sob todos estertores.

Em armadura de carne e na voragem
Do tempo, me vi; corpo repleto em chagas
Para cumprir a Lei, renascido em dores.

Sob a inspiração 
de Jésus Gonçalves
3h45min

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

O HOMEM NO CEMITÉRIO COM UMA CRIANÇA EM SEUS OMBROS

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Roteiro anual de nossa família, a visita aos cemitérios onde depositados estão os restos mortais de entes queridos, registrou este ano dois casos supranormais. 

Eu e Socorro retornávamos do Jardim Metropolitano, onde está sepultado nosso pai, e resolvemos - já início da noite - ir ao Parque da Paz, visitar a cova do cunhado Juan Bautista Paredes, nossa avó Francisca Emíldia Albuquerque, tio Geraldo e o primo Geraldo Sobral Filho. 

A escuridão, simplesmente, impedia-nos de localizar o local - muito embora tivéssemos passados por ele várias vezes. Mentalmente pedí a minha avó uma ajuda dos céus. Nisso, surge um homem com uma criança nos ombros e pergunta qual a quadra que estamos procurando. Minha irmã diz a quadra e o número e ele começa a caminhar e, na escuridão, sai dizendo todas as quadras por onde passávamos. Chega até uma cova e diz "deve ser esta aqui. Acenda o isqueiro", pede-me para iluminar a placa, no que confirmo ser mesmo o local.

Eu achei aquilo admirável, mas em nenhum momento me passou pela mente a possibilidade de ser algum fenômeno paranormal. Fico curioso e indago se ele trabalhava ali. Ele diz que não, mas á ter trabalhado durante seis anos. Agradecemos a ajuda e ele sai. 

Enquanto eu e Socorro começamos a verificar a placa de bronze indicando nossos parentes, levanto os olhos em direção àquela figura estranha e... 

Incrível!!!...

O homenzinho com o menino nas costas, sumiu...

!!! 

... dentro de um carro, na noite marcada no parque pelos pequenos brilhos das milhares de velas. 

+++

E não terminou por aí. Na volta para casa, comentávamos no interior do carro, a presença do homem no cemitério na escuridão com uma criança em seus ombros. Nisso, o carro é tomado por uma suave onda perfumada que nos deixou inebriados. 

"É perfume de flores!" disse Socorro, aproveitando para lembrar que as rosas levadas para nossos 'mortos' eram de plástico. E o olor era de flores naturais. 

sábado, 27 de outubro de 2012

ASAS DE ANJO LHE AGUARDAM NA VOLTA DO CAMINHO


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Se você amanheceu na Terra esquecido de quem foi, mesmo achando saber-se quem é, trate de recapitular as lembranças perdidas no tempo. Elas dizem de vidas múltiplas, multiplicadas em afetos, consignadas em rotinas de trabalho e marcadas pela esperança do conhecimento do eu.

Você não é o que é, tampouco o que os outros vêem em você. Somos espíritos endividados com a Luz, vivendo momentaneamente uma experiência humana. Trazemos ao presente, as reminiscências do ontem, para que a nova investidura na carne corrija em nós os desmandos antigos e fortaleça os acertos do hoje.

Se não encontra resposta mais evidente a essas minhas afirmações é que a misericórdia divina nos auxilia com o véu de Isis, ocultando as paixões mais densas do passado, subtraindo os conflitos mais arraigados da alienada vivência, permitindo-nos que nos apliquemos aos métodos conscienciais das virtudes mais sagradas.

No entanto, creia que o que está oculto sob o olhar deste tempo, não está de todo banido da nossa mais entranhada essência. Tudo se acumula como lições e, pouco a pouco, vão se diluindo a cada manifestação de bem que se fizer.

Adotadas as virtuosas práticas do amor, as dores se convertem em pontos de luz equacionados em forças geratrizes de bênçãos. Elas vão delineando o perfil do novo ser que sua alma esconde e que se projeta em feitos, por alguns considerados miraculosos, quando na verdade nada mais são que a sagração natural da eficácia e do destino humanos.

Por isso, se você amanheceu nessa existência, achando-se deslocado no tempo e no espaço, conclame suas forças interiores a cumprirem o império do Bem e todas as fontes vivas do Universo se abrirão em sua direção e deixarão fluir pelas vielas dessa experiencia vida, rios de luz para que se confirme e se cumpra o primado da paz que é desejo de todos.

De uma coisa, porém, você nunca deve esquecer: as asas de anjo que lhe aguardam para o vôo na outra dimensão esperam apenas que o fluido do Amor seja o combustível itinerante dessa atual jornada terrena. 

domingo, 21 de outubro de 2012

DOMINGO DE GRAÇA. MELHOR, DE GRAÇAS

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Um domingo de graça. Ou de graças, diria melhor. Convidado pela amigona Tereza Cristina, professora do 7 de Setembro, ambientei-me no conforto de seu lar e desfrutei do carinho dela e de pessoas como dona Lurdes Albuquerque, (viúva do político Mário Albuquerque), sogra do jonalista Waldemar Menezes. Aos 90 anos, uma lúcida memória de quem ajudou a esconder políticos cassados pela ditadura de 64. Com ela, a mãe do humorista Luiz Antonio e a mãe da Tereza. Depois veio a vizinha Excelsa, qualificar ainda mais o encontro. 

Dona Lurdes, 90 anos, Tereza Cristina e eu numa homenagem à boa Vida
Mas, curioso, o que mais dominou os papos foram conversas de além vida. Dona Lurdes contou os fenômenos espirituais que ocorriam ao seu redor. De avisos de amigos que deixavam a vida física e chegavam em desdobramento a noticiar a passagem. Do seu velho esposo, ateu, que ao fim da vida andava por dentro de casa de mãos postas e ela surpresa a indagar-lhe se havia mudado. Ele dizia que não, mas que a Política mudara na sua vida. 

A mãe da Tereza contou uma história incrível. De um sonho com um amiga que desencarnara e deixara com ela a incumbência de criar um dos filhos órfãos. Ela aparece em sonhos, pede para que ela acompanhe até um sítio no Eusébio e lá retorna dizendo não haver mais ninguém ali. Contara que os outros filhos estavam bem, mas que Felipe dera para beber demais. 

Acordada, ela perguntou à família se sua mãe tinha alguém no Eusébio. A filha responde que lá tinha o pessoal da família, mas que ela já havia se mudado do antigo sítio. E confirmara que Felipe, o filho mais velho, dera para beber demasiadamente. Depois que ela contou o sonho, ele teria deixado de beber e se corrigira.  

Aproveitei para falar do mundo invisível - do jeito que aprendi a conhecê-lo e com o qual convivo quando, à noite, saio do meu corpo e volito por aí em busca das amizades que me antecederam na viagem. Uma coisa ficou patente no encontro deste domingo: a vida não se limita às paredes do nosso mundinho. Expande-se, além da cortina que o físico nos separa da dimensão da Luz. 

PEQUENA CANÇÃO À DULCÍSSIMA ALMA

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Alma dulcíssima,
Vagueias em minha noite sossegada
Calma grandíssima,
A espera de chegar nova alvorada

Por onde fores, alma doce aquieta a minha
Repleta em dores quando a morte se avizinha

Alma dulcíssima
Eu sei que te acharei no outro plano
Assim belíssima
Mas deixa-me viver por mais um ano. 

domingo, 14 de outubro de 2012

ORIENTAÇÕES ESPIRITUAIS

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Se alegas inconvenientes, os desafios que te propiciam avançar no conhecimento do Eu, repara nas almas edificadas de bênçãos. 

As que se disciplinam em paciência, ainda que envoltas em íntimas discussões; as que orientam os passos, ainda que lhes faltem a visão. 

As que se destinam ao desapego, embora não amealhem um níquel de fortuna. 

As que suscitam apaziguamento em meio às agruras da guerra pessoal. 

Todas seguem as diretrizes edificantes da moral cristã, que associa o 'dar de graça, sem nada receber' a todos os benefícios celestes. 

O dia que surge, o sol que rutila, a força e o trabalho, a comunhão das pessoas em amizade. Tudo é fruto de uma sementeira que a vida lhes proporciona. 

Nem todos consideram-se nimbados da luz divina, nem se sagram aos altares, mas santificam suas ações na prática do bem. Trabalhando e servindo.

Ainda que reconheças difícil a caminhada, compraz-te ao primeiro passo que a chama da vida estimular-te-á a palmilhar a estrada em busca do bem comum. 

Escrito na madrugada 
de 14 de outubro 2012

terça-feira, 9 de outubro de 2012

ESPIRITUALIDADE E MÍSTICA SEGUNDO TERESA DÁVILA

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Existe uma santa da Igreja Católica que me atrai a atenção pela vida e pela profunda identidade com o místico e a meditação. Falo de Santa Teresa de Ávilla - ou Santa Teresa D´Avila - de quem o monge Lorenz Marti (Como um místico amarra seus sapatos) tanto apraz em falar em suas obras. 

Descubro, agora, a existência de um curso online, orientado por Frei Patrício Sciadini, que aborda profundas reflexões e embasamentos para quem deseja aprender mais sobre a doutora da Igreja. 

Interessados devem acessar o site do EAD-Século 21 onde é possível fazer a inscrição e ter mais detalhes sobre esse evento. 

domingo, 30 de setembro de 2012

domingo, 23 de setembro de 2012

FALEMOS DE MISTÉRIOS, o blog

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Este é um texto que li num blog espanhol e resolvi compilá-lo por aqui. Principalmente, porque ele é uma advertência aos indivíduos que ainda não sabem valorizar a importância da vida e que, por equívoco, acabam debandando-se dela, via suicídio. O original é do Hablemos de Misterio.


Rosalia Zabala conectado com o inquérito invisível e desencarnado ajuda a fazer a sua transição para a vida após a morte, então ela mais do que ninguém pode nos dar respostas ao que vive para além da morte.
A  Associação Centro Ajna , realiza oficinas Rosália servindo Muitas pessoas lidam com a morte e luto. Algum tempo atrás, realizou o workshop"A morte de Entendimento como parte da vida" tentando várias questões relacionadas com o trânsito final. Hoje em breve realizar um workshop denominado "Rumo a luz" Centro Ajna e aproveitando esta circunstância, realizar uma consulta para Rosália que muitos de vocês Você perguntar-nos. E em um artigo anterior O que acontece quando morremose ilustrado sobre os diferentes estágios pelos quais passamos no processo de morrer, mas agora pedimos-lhe para esclarecer o que acontece à alma de quem já tomou a sua própria vida voluntariamente.O que acontece com a alma do suicídio? E sobre os diferentes tipos de suicídio?
"Eu recebo muitos e-mails pedindo-me esta pergunta: O que acontece quando uma pessoa cometeu suicídio?
Existem muitas variações sobre esse tema, que se partiu em um purgatório ou castigo eterno, são errantes entre dois mundo tão sem esperança. Amigos S, você sabe que sempre que eu falo por experiência própria. Eu tive várias experiências com pessoas que passaram por este tipo de tráfego e posso dizer que depois de ter feito a ação de suicídio Eu expliquei que a forma como a luz é passado para ele, do que qualquer outro falecido, exceto para alguns diferença.
Quando uma pessoa comete suicídio com um ato premeditado, um ataque de pânico ou uma disposição que faz ele ir de ser relativamente bem para fazer o ato, essas pessoas fazem a transferência mais lenta porque eles estão perdidos e desorientados. Se uma morte comum tinha chamado "The Bard", que são entre 3 e 7 dias, em que ainda vivem com a consciência (lembrar que o bardo é o tempo que nos é dado para fechar questões emocionais e dizer adeus ao nosso querido os aqui neste plano), estas pessoas são geralmente um atraso de até um ano de campo (nota-se que no tempo outro avião não é contado como aqui), mas depois muitas vezes fazer a transferência corretamente.
Depois, há os bombardeiros que planejaram seu suicídio para fazer a consciência assim que o tempo e completa. Esses seres, quando a realização do ato e têm seus seres de luz próximos e ajudá-los em trânsito e é muito mais rápido.
Eu no meu trabalho, eu vou ser encontrado com cerca de 7 ou 8 casos desses tipos e em todas estas formas foram transferência.
Também é verdade que há alguns que estão ancoradas, mas da mesma forma que o normal desencarnada, como no momento do suicídio, não há arrependimento e quero ficar aqui neste plano, mas depois são ancorados e devemos ajudá-los a transferir.
O homem com tendência suicida, muitas vezes o produto da herança de energia a partir de um ancestral que se suicidou. Esta situação que vemos muito na terapia das constelações familiares. Ancestral alguém ou avô ou mais gerações atrás cometeu suicídio e que a carga de energia cai em terceiro ou quarto geração mesmo. Daí a muito jovem, com 7 anos, 10 ou 20 têm uma tendência suicida, sem motivo aparente.
Se alguém percebe isso em alguém que você conhece, você sabe que tem uma solução para essa terapia, e talvez os outros saibam.
Não se esqueça que a Igreja Católica, entre outros métodos para ter controlado as pessoas, o suicídio fez algo terrivelmente punido, mas o que eu tenho visto é quelos movimento suicida de uma forma ou de outra para o espiritual e, assim, concluir o processo de como a alma .
Isso se, quando uma pessoa voluntariamente quebra o ciclo de vida, tem re-encarnado e deve cumprir o seu ciclo, um ciclo que deixou incompleto. Por exemplo, se você tivesse acordado de viver 80 anos e 45 anos suicídio você, novamente reencarnada em outra vida para viver 35 anos e algo vai acontecer com você no que fallezcas idade. É quase sempre doente ou o que eles chamam de morte súbita. Por isso às vezes ouvimos três anos de idade os bebês que morreram de SMSI. Foi então uma alma ficou determinado tempo de vida, não tendo completado o seu pacto de vida em encarnação anterior.Espero ter apagado as suas dúvidas. "



sexta-feira, 14 de setembro de 2012

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Não existe fim no túnel, apenas recomeço


Sabemos que a morte física é uma mudança e não o fim da história de cada indivíduo. No final do túnel da vida há um recomeço para a estrada que leva à dimensão da luz. Nela, vivem os seres que se foram. E é para lá que todos iremos. Vez em quando os visitamos. Ou eles nos visitam. 

Hoje de madrugada tive uma dessas noções via sonho. Alguém poderia imaginar que nada mais que um sonho. Mas um dado que dele extraio me deixa desconcertado ao verificar que o nome citado por alguém (que não conheço) foi encontrado na rede de computadores. 

Sonhei com uma senhora (assim me pareceu pela aparência física) que pedia para que eu escrevesse o nome dela que tinha mudado de dimensão. Morrido em um acidente. E dizia bem pronunciado: Anne Jefferson Meyer. 

Acordei e anotei em duas versões: a inglesa e a aportuguesada Ana Jeferson Maia. Resolvi pesquisar para saber se o Google me daria uma posição sobre alguém com esse nome. Apareceram alguns. Mas o que mais me impressionou foi o de Ella Anne Jefferson, que foi vítima de um acidente automobilístico nos EUA, em dezembro do ano passado. 

 Será a mesma pessoa? Como não é a primeira vez que tenho esses desdobramentos nos quais pessoas da dimensão da Luz se identificam e eu confirmo depois, então isso me parece mais um daqueles lances que homens de Ciência terão explicação nada plausível, enquanto eu e minhas teses temos a afirmar que se trata de uma conexão com o além. Nada mais natural, para todos nós que fazemos parte dessa dualidade: corpo x espírito.

UPDATE: Preso suspeito de acidente fatal em auto-estrada 

Um homem acusado de dirigir drogado em Menifee atingiu fatalmente uma mulher de 69 anos de idade quando o veículo ia a leste de Wildomar em alta velocidade, disse a polícia.
Ella Anne Jefferson, residente em Hemet, morreu de ferimentos sofridos em uma colisão de frente em Domenigoni Parkway na segunda-feira, de acordo com um relatório legista.
O acidente teria sido causado por Ryan Mahan, residente em Menifee, de 20 anos de idade, que segundo autoridades estava dirigindo sob a influência de drogas. Os investigadores encontraram uma parafernália de maconha em seu carro, disse o diretor da California Highway Patrol Diretor Darren Meyer.
Mahan alegou que dirigia para o oeste na Donmegoni em um carro Ion Saturno 2003, quando ele desviou e derrapou fora das pistas, indo chocar-se no canteiro central com uma Toyota a caminho das festas de ano novo.

Jefferson não teve tempo para se mover e bateu o veículo que se aproximava de frente.  Paramédicos declararam que ela morreu no local.
Mahan foi levado para Inland Valley Medical Center, em Wildomar em estado grave, disse Meyer.
O motorista supostamente embriagado espera sobreviver e ser levado para responder por homicídio culposo por suspeita de crime de veículos quando estiver pronto a deixar o hospital.
Cidade News Service contribuíram para este relatório.
Tópicos relacionados: Ella Anne Jefferson , acidente em winchester , acidente em Temecula ,acidente em Winchester e Ryan Mahar
Você sabia que a vítima? Que tipo de pessoa ela era? Diga-nos nos comentários.

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

SUICÍDIO, O PRIMITIVO ERRO

E se eu lhe dissesse que, na última noite, minha alma desprendida da prisão que é o corpo, saiu-se muito bem num encontro entre pessoas que, nessa encarnação, as conheço só de nome. Uma delas, dizia em inglês ter conhecimento de minha terra, o Brasil, origem de sua esposa atual em outra vida. Ele, que chegou a notório cargo público, preocupa-se com o instinto selvagem que a alma humana da atualidade convive. 

Interessante percepção eu tive durante o desdobramento, porque em meio a plateia para a qual sua fala se destinava, estavam vivos de outros tempos e que conheci nessa atual jornada. Cada um, como sintonizado numa aura de luz do ambiente, parecia desprender de seus 'corpos' uma pequena radiação vaporosa que circundava todo o ambiente. 

A.S., a figura central da conversa, dizia que todos os humanos, mesmo na carne, nunca se desprendem dos seus laços com a família espiritual. Por isso embarcamos, uma vez ou outra, em visitas aos grupos de nosssa sociabilidade. 

Falou em seguida do temor que deve cercar cada criatura na Terra, em relação a questão do suicídio. "Erro primitivo de eras que já não convencem a consciência humana", ouvi dizer bem claro. Eu assistia a tudo convencido de que, ali, se falava a verdade. E acordei, vindo tomar conhecimento de que o diretor de cinema Tony Scott (Top Gun) havia tirado a vida, lançando-se de uma ponte. 

A M A N H E C E R E M O S


Quem éramos, quando já fomos
Em idas eras, em múltiplas vidas?
Leio que, provavelmente, somos
O que fomos em meio a tantas lidas.

Quem somos! Do que hoje estamos
A ser na existência; somos mistério.
Que a vida não começa no berço
Nem termina na morada cemitério.

Na dimensão da luz de onde viemos
Existem vidas muitas que entrelaçam
outras muitas vidas que perdemos.

A minha existência que contigo levo
É a melhor de todas as que eu já tive
Em busca do que amanhã seremos. 

domingo, 12 de agosto de 2012

as outras bem-aventuranças
Nonato Albuquerque
Bem aventurados, os homens de poucas letras e de muito saber
em quem a Natureza expõe toda a sua maestria.

Bem aventurados, os sem esperança mas que acham motivos
para derramar nos outros as chances de um tempo melhor.

Bem aventurados, os que navegam pela Terra sem bússola, sem rumo
e conseguem auxiliar numa rua, a travessia dos sem memória.

Bem aventurados, os profetas que anunciam chuva e inverno
e mesmo que lhe dêem as costas, sua ciência é verdade exata.

Bem aventurados, os que se acham solitários por sobre o planeta,
mas abrigam em si o conhecimento de que somos uma só família.

Bem aventurados os homens e mulheres de idéias luminosas
cujo facho de luz se projeta em favor não de si mas dos outros.

Bem aventurados, os que amam e embora não haja reciprocidade,
magnificam a Vida com sua luminosa presença de paz...

Bem aventurados, todos e todas que auxiliam os deserdados do bem
ainda que nem considerem ser possuidores dessa sagrada virtude.

Bem aventurados, sejam todos e todas!

as virtudes que alimentam cristo

Esta manhã, um mendigo me seguiu enquanto eu andava em direção ao meu trabalho.

Quando me alcançou, estendeu a mão ressequida e de sua boca um pedido se fez rogo:
- Ajude-me a alimentar o Cristo...
Aquela frase nada habitual aos meus ouvidos, soou como uma profanação. Era preciso ouvir mais, questionar. E devolvi-lhe uma pergunta:
- O senhor tem o mesmo nome do Salvador?
- Não! E nem seria digno de carregar em qualquer uma das minhas vidas, esse nome santo.
- Mas, então, como entender que o senhor pede esmola para o Cristo?
Ele me olhou com uns olhos de quem não olha o que está vendo, mas prescruta os escaninhos da alma e me disse ser realmente para Cristo, o alimento que estava a pedir.
Sorri-lhe, como a dispensar qualquer crédito ao que dizia, mas antes de lhe falar qualquer coisa, ele interpôs sua voz e aduziu:
- Eu o encontrei caído na rua, faminto, sedento. Ladrões o espancaram durante um assalto e levaram suas sandálias, único patrimônio que ostentava, além das vestes.
Não tinha dinheiro, não tinha cartão de crédito, nem tampouco um celular que pudesse satisfazer aos apelos daqueles malditos.
- Perdão cidadão, mas eu tenho pressa. Pegue essa cédula e vê se compra algum alimento para o "seu Cristo"!
- Não senhor, não aceito dinheiro. Ele precisa de outro tipo de alimento. O Cristo só se alimenta de virtudes.
Sorri novamente tentando entender tudo aquilo e quando já iniciava minha caminhada em direção à entrada no prédio onde trabalho, o mendigo me fez voltar um pouco à discussão.
- O senhor diz que o ´seu´ Cristo só se alimenta de virtudes?
- De qualquer fração de bem que alguém possa demonstrar. Ele quer exemplo.
- Está bem. Que tipo de "exemplo", ele deseja?
- Que o senhor faça qualquer gesto de bondade em favor de quem quer esteja necessitado. Isso será uma esmola para o coração faminto do Cristo.
Aquilo tudo me deixava intrigado. Precisava entender melhor e lhe disse:
- O senhor poderia ser mais claro? O que é que devo fazer?
- Só é preciso que o senhor prometa a si mesmo, fazer hoje e todos os dias alguma coisa boa em favor de alguém necessitado. Basta essa promessa e o coração do Cristo se sentirá reconfortado.
- Então, eu prometo. Agora, deixe-me ir trabalhar senão acabo perdendo o meu emprego.
- Desculpe-me. Obrigado pela promessa.

Subi as escadas do prédio em busca do hall de acesso ao elevador, não sem antes olhar novamente a rua. Incrível, no lugar onde deixara o mendigo, o local estava vazio. Voltei à calçada em busca de localizá-lo, mas nada. Ele sumira misteriosamente...

Cheguei aqui ao trabalho e fiquei matutando: quem seria aquele homem? De onde viera? Por que falara aquilo tudo? E por que sumira tão repentinamente?

De uma coisa, cheguei a uma conclusão: que o Cristo (dele ou o nosso) quer de todos nós o exemplo de amor para com todos. E já se satisfaz apenas com a promessa de quem deseja elevar-se nesse campo de virtudes.
para os que ficarem depois que eu já tiver ido 

O corpo que agora baixa à essa sepultura, 
Não sou eu - diria o morto se fosse ouvido. 
É apenas o invólucro temporário que a essa altura 
Estende-se ao chão, da vida agradecido. 

A alma que eu sou e mostra desenvoltura, 
Permanece de pé, com todo o seu sentido. 
Eu permaneço ativo, vivo essa aventura 
Que a vida me propôs e a tenho defendido. 

Ah! crença vã dos que pensam dessa maneira 
Que ao último suspiro, a vida entrega os pontos. 
Como gostaria eu de provar a todos quantos 

assim mourejam na Terra essa fé sem eira, 
Que somos eternos e ambientamos contos 
Que em outros planos se renovam em cantos. 
Metamorfose
um dia peixe, outro dia ave 
Nonato Albuquerque

Um dia peixe, nascemos;
nas muitas águas, rumamos...
e noutro, aves seremos
alçando os ares do mundo.

Um dia sementes na Terra
que, ela, responde com espigas;
num outro, o homem-semente;
que em outro em alma se lança.

Um dia, de peixe das águas
seremos aves, seremos;
para no azul amanhecermos.

Um dia, água dos peixes;
no outro, o vento dos ares
em tudo e todos, presença.

O ESTÔMAGO DO DIABO

Nonato Albuquerque

Um dia, 
esses homens envelhecerão 
E contarão a seus netos - 
se é que vai ser possível! -
As histórias que a guerra alimentou. 

Ruínas, 
destroços, bombardeios, 
Vidas arrasadas 
ao sabor dos tiros 
Que as metralhadoras vomitavam... 

Dirão que saíram de longe, 
de suas terras, 
Embrenharam-se em outras estranhas, 
E despejaram bombas a três por quatro 
Alimentando o estômago do diabo... 

Por que será que os homens são assim 
Tão estúpidos? 
Um dia, eles envelhecerão 
E contarão a seus seguidores, se sobreviverem, 
Que passaram o tempo matando... e morrendo!
Reflexão Dominical 
rotas de luz 

No itinerário sagrado da vida, há razões muitas que são capazes de transformar o homem desesperançado e o conduzi-lo a destinos de vitória. Para isso, preciso é que ele se fortaleça na fé e na esperança de que podemos determinar os rumos do destino.

O eco do passado e as experiências do presente, são forças produtivas e renovadoras a positivar o encaminhamento de toda trajetória humana. Todo futuro se formata a partir do que somos e experimentamos no hoje.

A alma que jornadeia o [ quase sempre ] encrespado mar da Vida, ambiciona sempre conduzir seu barco a uma destinação segura. Anela aportar com ele em um remanso, onde águas tranqüilas o depurem e renovem suas forças, onde vislumbre a segurança de aportagem.

A exemplo de todo marujo prudente, para se chegar a qualquer rota de destino há que se ater a um plano de viagem, cuja carta náutica tem o certificado das nobres virtudes morais.

Por isso, nesses tempos em que tempestades investem contra o barco da existência humana e o deixam em solavancos e trepidações, recomenda-se recompor as amarras de luz que o roteiro da divina sabedoria recomenda.

Põe-te em guarda. Refaz teus planos. Orienta tua bússola. Planifica ultrapassar esses percalços de momento, certo de que ao leme da governança da Terra, está o mestre dos mestres, a guiar a viagem de todos os seres que estão no planeta.

Fortalece-te na fé que responde pelo combustível de toda esperança. Ajuda-te, capacitando-te a servir sempre aos que estão a caminho, que o céu te propõe iluminar as passagens mais difíceis dessa viagem.

Sereniza tua mente. Não vaciles. É tempo de provas e de buscar resultados. Prescruta melhor o caminho. Compreende que é momentânea a provação que te plenifica, ainda que, em alguns momentos, te sintas induzido a largar o barco e declinar do teu plano de viagem.

Sê contigo agora. Deus está contigo. Sempre. 


- NONATO ALBUQUERQUE, 

NUMA DIMENSÃO DO SONHO ONDE UFOS CIRCULAM

Um sonho. Mas que parecia tão real que acordei decepcionado. Por ter acordado. Estava numa rua, que não tenho a mínima ideia de qual o quadrante do mundo, por onde caminhavam pessoas. Uma visão soturna em meio a paisagem de fim-de-tarde, início de noite. Nisso, uma luz corta o céu e me chama a atenção. Uma senhora que passa ao meu lado identifica-o como um OVNI - Objeto Voador Não-Identificado. Eu apenas confirmo com a cabeça. E lá no fim da rua, uma visão ainda mais magnífica. 

 Uma bola de fogo cresce nos céus e toma uma cor entre o vermelho e o alaranjado. Rodopia em torno de seu eixo. E no centro dá para se ver claramente uma cabine e uma silhueta humana - ou coisa que o valha. 

Apresso-me a pegar a câmera do celular e disparo em direção à visão, detendo-me em ampliar bem o zoom ao máximo possível. É quando identifico uma figura estranha de um ser de alvacenta pele e cabelos longos que está manobrando o veículo imerso naquela bola de fogo. 

Na rua, as pessoas vibram. E vozes dispersas pelo ambiente assinalam que "ele voltou!". Um eco gerado pelas múltiplas vozes ressoa no espaço e meus ouvidos passam a escutar de longe, num crescendo, uma música magnífica a sublimar a visão estranha. É quando vou acordando e no quarto onde descansa meu corpo, ainda percebo o som da belíssima canção que vozes muitas entoam... 

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

A mansão dos inocentes

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Esta semana, em visita a um abrigo dirigido por duas antigas irmãs de Caridade, percebi como ainda é dificil o trabalho de recepção de individualidades recém despojadas do aparelho físico. Elas tomam conta de uma residência na qual se instalam crianças que saem da Terra e necessitam de um tratamento especial para absorverem a nova situação.

Não sei em que região está incrustada a 'mansão dos inocentes', expressão designada por uma das freiras para entender causas e objetivos do trabalho.