Quando através do sono nos libertamos temporariamente do escafandro corporal, volitamos por entre a dimensão do eu mais puro e visualizamos cenas que, geralmente, só os sonhos conseguem externar. É do substrato desses sonhos - e da criação poética - que se constitui este diário, revelando a incrível magia da dimensão da espiritualidade.
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sábado, 25 de dezembro de 2021
sábado, 18 de dezembro de 2021
AMOR ESPÚRIO
Aquieta o
coração meu, teu segredo
Que guardar-lo-ei
por toda primavera
Quando chegar
a estação do medo
Prometo levá-lo
comigo a outra era
Se vida
outra teremos, quem me dera
Renascer ao
lado teu e bem mais cedo
Ouvir de tua
voz, o canto de espera
Que será
breve o tempo de degredo
Te aquieta
no teu canto, que logo irás
Para onde os
anjos se situam no eterno
E ficarás
livre desse terrível perjúrio
Até lá eu
tecerei comigo canções de paz
Pedindo ao
divino livrar-te do inferno
De viver ao lado desse amor espúrio.
O POETA DE ALICANTE
Poeta de Alicante, trovador inquieto
a tecer nos
versos do meu canto
o encanto.
Sonho eu retornar um dia ao canto
onde compus o
libreto de minha sorte.
Quem me dera cavalgar de novo
por entre as
urzes da velha campina
e no Castro Albo rever de novo
a menina
que vi antes que chegasse a morte.
Eu sei bem ser destino de sonhadores
alcançar a
cama de uma donzela
onde nela nutrimos todo afeto
e devemos,
por certo, tecer o amor que é dela.
Assim vivi eu cercado de fantasias,
o sonho da
esperança mais sincera
de em uma primavera ter a donzela
e encantado
cantar nos versos meus toda quimera.
O SEGREDO DO SONHO
A lembrança que de ti eu tenho, aqui agora
É de um
providencial sonho que vivi um dia
Tu, em meio às
loucuras, que fazias outrora
Um menino
traquino era o que me parecia
Andavas alegre,
de fala ruidosa, embora
Aqui e ali deixasse ver a impressão de ironia
Como se o
que quisesse transmitir por fora
Não era o mesmo
afã que o interior sentia.
Vai, diz-me
o que mais desejas que eu diga
A quem
perguntar por ti, agora morta
Mas que
rondas o sonho de além mundo
Viver eu sei
que tu vives, porém amiga
Um segredo carregas, e se me conforta
conta me o que eu presseni por um segundo.
SONHOS BONS
Que bom quisera que fosse a noite inteira
de sonhos
magníficos, como eu quisera
Para acordar
renovado feito a primavera
a enfrentar
no dia novo, toda a doideira.
Quem tem
sonhares bons, que os queira
tê-los
sempre consigo, pois se se considera
Ser feliz, não ter uma vida assim austera
deva morar perto dos sonhos, na fronteira.
Ah, quem me dera transformar tudo isso
Num sonho
eterno em busca de algo novo
Quão bom seria distanciar-se de pesadelos
Mas já que viver
tem esse compromisso
De carregar
uma cruz como faz o povo
Melhor desejar
sonhos bons para vivê-los
sexta-feira, 17 de dezembro de 2021
ESCRITOS MEDIANÍMICOS
de reunião mediúnica na FEEC, dia 16.12.21
BRAÇOS ABERTOS
Os braços do
pequeno infante
Abertos no
berço improvisado
Era o sinal
primeiro
De quem
abraçava o mundo.
Numa
estrebaria ele surge
Prova de
humildade pura
Embora, cordeiro
divino
Para reinar
entre os homens.
Quem o visse
ali entre animais
Jamais imaginaria
sê-lo
O ente amado
desejado
E anunciado
pelos profetas.
Três décadas
depois de nascido
Vê-se esse
ser num patíbulo
E uma vez mais
de braços abertos
Abraça o
mundo e seus homens.
=====
QUANTO APREÇO! QUANTO APREÇO!
Quanto apreço!
Quanto apreço!
Devo à sagrada
doutrina
Que tanto
bem me ensina
Bem muito mais
que eu mereço
Quanto apreço!
Quanto apreço!
Devo a essa
casa modesta
Onde eu desfrutei
da festa
Que pagar não
tem nem preço
Quanto apreço!
Quanto apreço!
Venho dizer-vos
afinal
Pois que haja
neste Natal
Todo amor que eu nunca esqueço
quinta-feira, 16 de dezembro de 2021
terça-feira, 14 de dezembro de 2021
O AMOR ESTEVE EM PESSOA AQUI NA TERRA
Nonato Albuquerque
Natal!
A ansiosa agitação
das compras,
quase sempre, deixa
escapar
entre ruídos de carros
e as luzes
de artifício da
cidade decorada,
o sublime afeto que
dedicam alguns
a seus estimados
cães de estimação.
São criaturas simples,
crianças até,
que ainda adoçam o
encanto da festa
com a mesma magia do
aniversariante.
É agradável de se ver
pelas ruas da cidade
essa mesclagem de
homens e bichos,
como há mais de 2
mil anos se firmaram
Íntimos do menino
que surgia ao mundoç
Ele, que
verdadeiramente é o ideal ansiado
por Deus para cada
um de nós.
Por essas imagens,
se tem a compreensão
de como muitos são
esquecidos nessa festa,
embora se mostrem tranquilos,
afinal,
até o aniversariante
se faz coadjuvante,
nos dias de hoje e
durante o mágico dezembro
ele tenha se permitido
a ser figurante
deixando a Noel o
protagonismo da festa.
Ninguem viu – ou ouviu
- seu nome ser citado
nos anúncios das
lojas e nem a sua imagem
se afigura nas
vitrines dos shoppings;
a nos lembrar que
Ele é o aniversariante.
Mas nem por isso, deixa de ser o ente santo.
Que esses anônimos,
com quem cruzamos
Todos os dias em situação
de rua,
Consigam nos enternecer
com a sua visão
e sejam bem-aventuradamente
lembrados
Pelo AMOR,
que, um dia, esteve
em pessoa aqui na Terra.
domingo, 28 de novembro de 2021
Esperança
O mundo se transformou muito.
Não sei como,
nem porque
Há marcas de
destruição por todo lado.
Voltamos a
um tempo sombrio,
Onde perdemos
feio para as máquinas ;
Elas
dominaram nossos campos de ação.
Elas nos
dominaram. E há um sentimento de perda
Escancarada à
vista de todos os sobreviventes.
Onde se plantou
pás eólicas para captar do vento a energia,
Destroços enferrujados
tomam contas das hélices;
Há vestígios
de edifícios no que sobrou das edificações
A exporem
seus ferros que o concreto escondia.
É tempo de
separação. Já não há tanto joio
E o trigo da
colheita precisa ser colhido
Por mãos
jardineiras que sabem cuidar de flores.
O campo está
aberto a novas explorações.
Onde habitavam
homens, as feras têm domínio.
Onde havia
guerra, as marcas do insucesso.
De tudo e de
todos, sobramos nós
Procurando destrinchar
o arquivo desse tempo
Que passou
por entre os dedos como areia fina.
Já não somos
o que fomos; duvido muito
Que seremos
o que desejamos no passaqdo.
As sombras
desceram sobre a Terra
E guardamos a nossa luz interior
debaixo de alqueires de terra insersíveis.
Apesar de tudo e de todos,
a esperança é uma rosa de plástico,
plantada num vidro fácil de ser quebrado.
sexta-feira, 12 de novembro de 2021
quinta-feira, 11 de novembro de 2021
APELO
ESCRITOS MEUS
Apelo
Nonato Albuquerque
Se minha voz, por acaso ou por descaso, se calar,
não emudeça a sua.
Fale o quanto for possível para que acorde
o acorde do meu som retido na garganta.
Se me detiverem os passos, caminhante eu vacile,
Por favor, ajude-me
a seguir nos braços teus por onde tu andares.
Se minhas mãos não escreverem mais uma só linha
ajuda a tecer com os olhos
o fio do coração a transmutar do silêncio o meu discurso.
Que eu não sou de me calar diante de qualquer tropeço.
Muito menos ainda,
deixar de ouvir as vozes que se afinam aos sons da minha.
Prometo andar contigo um século inteiro e mais um dia,
Até que eu, essência,
me liberte do casulo-corpo e circunavegue as alturas.
terça-feira, 9 de novembro de 2021
ESCRITOS MEUS - Anos passarão
Anos passarão
ESCRITOS MEUS - Kardec e os missionários da Luz
Kardec e os missionários da luz
sexta-feira, 5 de novembro de 2021
LAVRADIA ou CAPIM DE ESTRADA
Quando for hora de eu ir embora,
vamos juntos, que não vou sozinho
por medo da estrada, no caminho
onde outros não voltaram até agora.
Quando eu sentir bem que é a hora
Eu largo tudo e vou devagarinho
atrás de quem me dispensou carinho
ganhar o mundo, dia ou noite afora.
Eu sou assim e quem já me conhece
sabe que não deixo para um outro dia
o que tiver de se fazer agora, hoje.
Sou como capim de estrada, que cresce
inda que ninguém plante. Sua lavradia
se faz, pois do destino ele não foge.
segunda-feira, 1 de novembro de 2021
EM BUSCA DA TAL FELICIDADE
Eu nunca estive cheio de mim.
De nada.
Por isso eu achar tão estranho
quem diz
estar cheio disso e daquilo
e faz cada
tolice, quando podia apenas viver,
ser feliz.
Eu sei bem que quem abre a boca
e diz
que tudo vai mal, deve tá com
a pá virada
talvez se melindre com coisas
mais sutis
e é preciso mudar, dar uma outra
repaginada.
se por cada problema que nos apareça
a gente vá esquentar, e quebrar tudo
vamos acabar fora de toda a realidade.
não se pode por pouco, quebrar a cabeça
sempre ouvi dizer que tem bobo pra tudo
só não tem quem não busque a tal felicidade.
domingo, 31 de outubro de 2021
POESIA: SUPREMAS DELÍCIAS
Nonato Albuquerque
Se o seu olho é magicalizado pelo verde
que a esperança sempre amabiliza,
então é de futuro o seu olhar o mundo...
Se, ao invés de flertar com o abismo,
você alteia seu olhar para as nuvens,
grandiosa é sua mente que abriga
as criações maiores da fonte Natureza.
Mas, se porém, o seu olhar é pérfido,
bloqueia o sonho e admite a dor,
ele renega sua própria essencialidade...
A vida é um poema que, em segredo,
a divindade compôs para que o olhar
(ab)sorva as suas supremas delícias.
sexta-feira, 22 de outubro de 2021
AS INVISÍVEIS MÃOS DO TEMPO
AS INVISÍVEIS MÃOS DO TEMPO
Nonato Albuquerque
A PESTE
A PESTE
Na seara do divino mestre, acontecia
reunião de amigos, voluntários da paz.
buscando entender porque a minoria
dos maus ainda se insurge aos demais.
Cada um dos que, ali, de amor se nutria
aguardava saber o que a todos compraz
"Quando virá a era em que se anuncia
terá a Terra um nível que mais satisfaz?"
Um anjo de guarda, pediu a palavra
falou do encanto que a união propicia
em busca de achar a resposta celeste.
"A mudança virá quando quem nela lavra,
semear o amor e colher com a alegria,
a derrota do mal que na Terra ainda é peste.
O PAI, O FILHO E O ESPÍRITO CANTO
O pai, o filho e o espírito canto
Aos ouvidos de alguns, a mediunidade
tem musicalidade e, por certo, encanto
como se da flauta mágica da espiritualidade
fluíssem o Pai, o Filho e o Espírito canto.
Quer seja verso ou trova, a especialidade
do médium atrai da outra esfera algo santo
que se traduz em lições para a humanidade
ainda que nela perdure, misterioso manto
Rasgue-se esse véu de Ísis; abra-se o cenário
por onde almas desgarradas, vêm aos montes
proclamar que o túmulo não encerra a vida.
O dia vai chegar, em que não será visionário
o médium que transita e bebe nessas fontes
onde a verdade do Evangelho será vertida.
3.8.18
DIÁRIO DE SONHOS - textos
Do lado de lá, mas sem sair
do lado de cá
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QUARTA-FEIRA, 4 DE MARÇO DE 2009
Do lado de lá, a vida continua e trabalho é que não falta
Interessante é que ao chegar do trabalho hoje à tarde, diversos recados de um jornalista solicitava-me falar sobre mim num 'portfólio' que ele está elaborando para lançar no semestre que vem.
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SEXTA-FEIRA, 27 DE FEVEREIRO DE 2009
Numa Roma onde carros de corrida se alinham
No desprendimento de hoje, encontrava-me com ele em Roma, no aguardo da corrida de Fórmula 1. Eu andava pela pista, em meio a fila de carros alinhados, depois de passar por um órgão encarregado de listar pessoas que iam morrer.
Antes da corrida, deparo-me lá na frente com um acidente. Um carro em treinamento havia saído da pista e se chocado contra um objeto. Não me lembro agora quem era o piloto, mas na ocasião isso ficava bem definido.
Quando retornava para me posicionar no local de ver a corrida, perdia o contato com Agamenon e tentava localizá-lo pelo meu celular - é a primeira vez em meus sonhos que esse objeto é citado - e não encontrava seu nome no meu arquivo.
Um pouco desolado, sento-me num degrau e dou de cara com Oliveira, ex-produtor da TV Jangadeiro que estava ali em Roma em companhia de algumas pessoas (possivelmente da família dele). Uma delas me abraçava e corrigia-me no figurino: eu estava com uma camisa cheia de furinhos e ela me dizia que isso exigia uma camiseta por baixo.
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DOMINGO, 22 DE FEVEREIRO DE 2009
A creche de onde partem as adoções terrenas
Uma jornalista e amiga com quem já trabalhei na rádio Povo, estava na sala de encontros do grupo formado por membros de uma denominação religiosa, dando testemunho acerca de como a doutrina que ela abraçou lhe dera uma dimensão de maturidade.
Ao deixar o bangalô, segui por uma estrada apinhada de crianças que iam em direção ao "Balneário dos Anjos", denominação curiosa de uma das muitas creches de onde partem iniciativas de adoção de almas pelas famílias da Terra.
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SEGUNDA-FEIRA, 12 DE JANEIRO DE 2009
O lar dos que perderam a visão na Terra (2)
"Nonato você não morre mais este ano!" me atendeu a voz do outro lado. "Estava pensando em você. Amanheci pensando em lhe procurar. Para lhe entregar uma foto do (*) com você".
Conto-lhe o sonho e ela diz que de Itu, chegou-lhe uma correspondência mediúnica dele com uma frase que só ela e ele tinham conhecimento. Era a prova. Mas ao contar-lhe e falar sobre a figura que teria sido recebida por ele, a descrição bateu exatamente em Maria Prata, uma benemérita senhora que era tida como 'santa' e grande amiga do médico.
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O lar dos que perderam a visão na Terra (parte I)
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SÁBADO, 3 DE JANEIRO DE 2009
A rua por onde navego quando à noite me imaterializo
Quando chego à esquina, uma pilha de andaimes impede a minha circulação. Nem por isso me intranquilizo. Aciono a mente e ultrapasso as tábuas de forma interessante.
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SEGUNDA-FEIRA, 10 DE NOVEMBRO DE 2008
O caleidoscópio celeste durante o meu vôo noturno
Imagens coloridas flutuavam ao meu redor. Um som inebriante de paz acondicionava os meus ouvidos. E uma estranha e magnífica sensação de prazer dominava todo o meu ser.
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SEXTA-FEIRA, 7 DE NOVEMBRO DE 2008
Historia em quadrinhos virtualizada no país dos sonhos
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TERÇA-FEIRA, 4 DE NOVEMBRO DE 2008
Um trem que volta a circular no espaço dos meus sonhos
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SÁBADO, 27 DE SETEMBRO DE 2008
Túnel do tempo: o dia em que fomos guilhotinados
Abro os olhos que permaneciam fechados diante do medo e descubro entre atônito e surpreso que caíra de mim uma espécie de máscara com meu rosto. Diante da cena espantosa consegui murmurar: "E eu continuo vivo!".
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SÁBADO, 13 DE SETEMBRO DE 2008
Estratagema - Depois do Sonho que Passou
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TERÇA-FEIRA, 9 DE SETEMBRO DE 2008
De que guerra estávamos mesmo falando?
Aviões atravessavam a cena onde era possível visualizar pessoas correndo em busca de abrigo; sinais de destruição ao longo de ruas completamente destruídas.
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QUARTA-FEIRA, 30 DE JULHO DE 2008
Encontro com o estafeta da espiritualidade
De repente, me vejo adentrando a um imóvel onde um sobrinho me acolhe com uma terrina repleta de arroz e de uma mistura que desconheço.
Vejo no interior da casa, aquele que foi meu tio João que está a se desenlaçar de suas vestes laboriais. Fala comigo e me dá certeza de que já escutava com facilidade, o que não acontecia antes de desembarcar no plano dessa dimensão. Pergunto-lhe por dona Diocina, sua sogra, e ele me responde que ela "estar consertando o carro", o que eu subentendo como preparando um novo corpo.
Nisso, vejo um grupo de rapazes cercando um senhor negro de estatura alta e compleixão avantajada. Ele se dirige a mim e pedindo minha atenção para uma conversa em particular.
Vamos até uma espécie de pracinha e eu lhe digo que já sei o que ele vai me pedir: para fazer uma palestra para seu grupo evangélico. E é então que ele é envolvido por uma luminosa aura e começa a falar na voz de um conhecido mensageiro dos brasileiros. Consigo me lembrar, mais ou menos essas palavras (que escrevi tão logo despertei):
[...] "O mestre Jesus tem me conduzido por caminhos seguros. Minha voz tem sido a voz de sua prestimosa mensagem. Sou grato por ser esse estafeta de tão importante líder, embora não saiba atinar quais méritos me inclinam a essa tarefa..."
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DOMINGO, 27 DE JULHO DE 2008
Enchentes do outro lado da vigília
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DOMINGO, 13 DE JULHO DE 2008
A prova que eu não sei responder
A prova era de Geografia. Tinha apenas 5 questões. Todas muito fáceis, mas que eu não conseguia de jeito nenhum encontrar as respostas.
Quando estou pensativo sobre como responder as questões, por trás da minha carteira adentra à sala Rita de Cássia (que eu a conheço como ouvinte de rádio em nossa dimensão), de passagem, coloca-me uma folha na mão, onde estão as respostas e sai. No final da prova, a assinatura dela.
Lembro-me de tentar apagar o nome dela para colocar o meu e entregar a prova à professora mas isso é tarefa bastante dificil. Quanto mais apago, as letras reaparecem de forma quase mágica.
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Uma grande família do outro lado da Vida
Hoje, por exemplo, eles estavam se preparando para sair em missão que compreendia uma zona descrita, mas que não me lembro agora. Na sacola onde estavam objetos para viagem, eu mesmo tive oportunidade de ver uma peça de vestuário antigo - como das vestimentas romanas - que me deixava encantado ao tocá-la.
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DOMINGO, 6 DE JULHO DE 2008
Nas ruas de luminosas pedras
Ouvi de longe, uma voz como a embalar um berço, emitindo notas de uma canção singela:
"Há esperanças no ar.
Choro de criança no céu
Gente pequenina a nascer
em busca do destino Ser
Em todo recanto ouvir
todo esse canto de paz
chegar a um novo tempo
sem mais contratempo"
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Acima das Nuvens
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TERÇA-FEIRA, 24 DE JUNHO DE 2008
Os doze pares de França
. O coordenador Haroldo explica a operação que está acabando de ocorrer com a chegada de várias crianças recém-nascidas e que, na Terra, na vigília, eu só viria a tomar conhecimento agora, no início da madrugada do dia 24 de junho, via Jornal da Globo.